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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Igualdade Social - Gostei dessa banda

Igualdade Social - Essa é uma banda cearense.
Adorei o estilo e a mensagem.

Tânia


 CRISTÍCA

Tom: Bm / Intr: Bm A G Fm

A inveja e o rancor são sentimentos deus, não tente me envolver
Pode até parecer pouco o que eu tenho, mas é tudo o que eu preciso ter
Quem cria não copia faz até parecido, pro céu, o sol sempre brilha
Tá escuro, tá nublado e seus olhos não podem me enxergar
Grande e bela, coletiva seja toda boa idéia
Quem pratica o bem sempre tem muito que fazer
Dos contos e lendas o que eu mais gosto é a historia de papai Noel
Que cruzava com seu trenó e suas renas todo azul céu
Nem toda criança ganha um presente no dia de natal
Mas eu lancei um pedido sincero, um desejo aos céus
Igualdade social e um lugar decente pra crescer
Toda criança tem direito de sonhar e viver (x 2)
Quem sabe faz ao vivo, quem não sabe se ajusta assim, a vida continua
Todo guerreiro verdadeiro, nunca, nunca, foge a luta
Mesmo que todos digam que não, eu sigo em frente acreditando que sim
Minhas batalhas são diárias, mas nosso grito de luta é assim
Igualdade social e um lugar decente pra crescer
Toda criança tem direito de sonhar e viver (x 2)


http://firmaproducoes.com/2007/10/30/banda-igualdade-social/ 
 
Músicas:
Para escutar O Dom, clique aqui
Para escutar Cavaleiros, clique aqui
Para escutar Tambor, clique aqui
Para escutar Noel, clique aqui
Para escutar Tão certo, clique aqui

Starts With You – Começa Com Você

http://www.swu.com.br/pt/movimento-swu/o-que-e-swu/

O que é SWU?

Você já deve ter ouvido falar sobre o Protocolo de Quioto, a Conferência de Copenhague e de reuniões entre países para reduzir a emissão de gases poluentes, certo? Mas, quantas pessoas já leram algum desses acordos – e mais: o que isso tudo tem a ver com a sua vida?
Sim, essas grandes conferências e decisões são muito importantes. O problema é que, vendo as coisas acontecendo lá longe, na TV ou no jornal, parece que tudo está além de nosso alcance, que não podemos fazer nada para ajudar. Ok, o planeta tem que ser mais sustentável, mas, o que nós temos a ver com isso?
O SWU (Starts With You – Começa Com Você) é um movimento de conscientização em prol da sustentabilidade que tem o intuito de mobilizar o maior número possível de pessoas em torno da causa, mostrando que, por meio de pequenas ações, com simples atitudes individuais do seu dia a dia, é possível ajudar a construir um mundo melhor para se viver. O movimento nasceu da iniciativa de Eduardo Fischer, presidente do Grupo Totalcom, e parte da convicção de que pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças.
Não poder resolver os grandes problemas do noticiário não significa que você está de mãos atadas. A primeira coisa que você pode fazer para salvar o planeta é fazer alguma coisa. Simples assim. Mude hábitos, mostre que é possível e, desta forma, contagie aquele que está aí, do seu lado. Começa com você!

E o planeta agradece

 http://www.swu.com.br/pt/blog-swu/novo-istema-de-iluminacao-de-ruas-promete-revolucionar-a-qualidade-do-ar/

Novo sistema de iluminação de ruas promete revolucionar a qualidade do ar


Fato
: A poluição atmosférica tem se tornado uma grande preocupação para o meio ambiente e para a saúde das pessoas que vivem em espaços urbanos.
Ideia: E foi pensando nisso que o designer húngaro Peter Horvath apareceu com uma incrível solução, o “Biolamp”.
O sistema de iluminação converte dióxido de carbono em combustível para alimentar a iluminação de rua, proporcionando um ambiente limpo e saudável para os moradores da cidade.
Contendo um líquido (alga misturada com água) que transforma o CO2 em oxigênio, o poste sustentável também inclui uma bomba projetada para sugar a fumaça bem no topo do poste e fazer circular o líquido no sistema espiral.
Durante o dia
Durante o dia, o poste usa a luz solar, o CO2 e a água para transformar as algas em biomassa, o que pode ser convertido em combustível para alimentar as lâmpadas também.
Assim que a alga estiver saturada com dióxido de carbono, a biomassa é conduzida para a estação mais próxima de enchimento através de tubos subterrâneos, onde é transformado em biocombustível para abastecer carros de eco energia cada vez mais freqüentes no mundo.
De fato, quando entrar pra valer em funcionamento, o Biolamp será uma revolução!
    • Márcio Rocha é web designer, apaixonado por tecnologia e administra o blog www.warezmundo.com - marciorocha.s@hotmail.com

domingo, 3 de abril de 2011

Mercosul contra o tráfico de pessoas

Mercosul contra o tráfico de pessoas

Vladimir Aras | 03/04/2011 at 15:52 | 
http://blogdovladimir.wordpress.com/2011/04/03/mercosul-contra-o-trafico-de-pessoas/ 

Dias 5 e 6 de abril, Assunção, capital do Paraguai, receberá membros do Ministério Público e juízes da América do Sul para o "Seminario Internacional sobre la Trata de Persona en el Mercosur".
O tráfico de seres humanos para fins de exploração sexual, para servidão, escravidão ou para a extração de órgãos é um problema global. Na América do Sul, a atividade de coiotes e de organizações criminosas transnacionais é cada vez mais preocupante. Milhares de pessoas, especialmente mulheres e crianças oriundas de países pobres, são vítimas deste tipo de delinquência todos os anos. Os resultados são dramáticos. Vidas humanas perdidas, famílias desfeitas, graves danos psicológicos marcados para sempre na história das vítimas.
A Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional (Convenção de Palermo, de 2000, promulgada no Brasil pelo Decreto 5.015/2004) tem dois protocolos complementares que abordam o problema:
  • Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional, relativo ao Combate ao Tráfico de Migrantes por Via Terrestre, Marítima e Aérea (promulgado pelo Decreto 5.016/2004); e
  • Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em Especial Mulheres e Crianças (promulgado pelo Decreto 5.017/2004).
Tais textos, em vigor no Brasil, se coordenam com o art. 109, inciso V, da Constituição Federal e com a legislação penal brasileira, especialmente o art. 206 do CP (aliciamento de trabalhadores para emigração); o art. 231 do CP (tráfico internacional de pessoas para exploração sexual) e o art. 239 do ECA (tráfico de crianças ou adolescentes).
Eis o programa do seminário, realizado no âmbito da Reunião Especializada de Ministérios Públicos do Mercosul (REMPM), um órgão colegiado do bloco:
Primeiro painel (05/04): "Legislación contra la trata de personas en el Mercosur experiencias  exitosas”.
  • UNODC, José Manuel Martínez
  • Argentina, Sara Torres, CATWLAC
  • Uruguay, Juez Gustavo Iribarren, Juiz de Rivera
  • Chile, Eduardo Bolados, da UCIEX
  • Paraguay, Josefina Kein, Mesa Interinstitucional sobre Trata
  • Paraguay, Berta Peroni, Secretaría de la Mujer
Segundo Painel (05/04): “Victimas de trata de personas desde la intervención del Ministerio Público”
  • Ministerio Público de Argentina, María Luz Castagni, UFASE
  • Ministerio Público de Chile, Eduardo Bolados, UCIEX
  • Ministerio Público de Paraguay, Lariza Recalde, Asistencia a Víctimas
  • Ministerio Público de Brasil, Vladimir Aras, PGR/MPF
Terceiro painel (05/04): “Victimas de trata de personas, el monitoreo necesario de la Sociedad Civil”                                
  • Denise Araya, ONG Raíces de Chile
  • Raquel Fernández, Luna Nueva de Paraguay
  • Ana Chaves, PIDH de Argentina
Quarto Painel (06/04): “Acciones del Poder Judicial para el acceso a la justicia de la victima de trata de personas”
  • Dra. María Mercedes Bourgermini, Camarista, Poder Judicial de Paraguay
  • Mtro. Oscar Castro Soto, Director, Ins. de DDHH Ignacion Illacuria, SJ, México
  • Raquel Pastor, Universidad Iberoamericana de México
  • Dr. Gustavo Iribarren, Juez de Rivera, RO del Uruguay
  • Dr. Jorge Ignacio Rodriguez Berdier, Secretario, Tribunal Oral, La Pampa, Argentina
Quinto Painel (06/04): “La  trata de personas como crimen organizado mecanismos exitosos en el combate a la trata de personas”
  • Ministerio Publico de Argentina, María Luz Castagni, UFASE
  • Ministerio Publico de  Chile, Eduardo Bolados, UCIEX
  • Ministerio Publico de Paraguay, Teresa Martínez, UETPESI
  • Ministerio Publico de Brasil, Vladimir Aras, PGR/MPF
  • Procuración General de la Provincia de Buenos Aires, Dra. Eleonora Weingast, Oficina Especializada sobre Trata de Personas.
  •    Ministerio Público Fiscal, CABA, Dr. Enrique Horacio del Carril, Subdirector de Investigaciones.
Sexto Painel (06/04): "La cooperación internacional como  mecanismo facilitador para el combate a la trata de personas – experiencias de buenas prácticas”  
  • Ministerio Publico de  Chile, Jorge Chocair, UCIEX, AIAMP
  • Ministerio Publico de Paraguay, Juan Emilio Oviedo, MP-DAI
  • Ministerio Publico de Brasil, Vladimir Aras, PGR/MPF
Levarei ao seminário alguns casos bem sucedidos de persecução criminal no Brasil, entre eles a Operação Princesas do Sertão, que permitiu a identificação e a condenação de pessoas que traficavam mulheres do sertão baiano para prostituição em Ibiza (Espanha) e Milão (Itália).

sábado, 2 de abril de 2011

Representação contra Jair Bolsonaro

Eu já fiz a minha parte. Faça a sua.

Tânia - cidadã paulistana, brasileira e do mundo



Enviado pela amiga carioca ANA.

Olá, turma
Sem querer ser patrulheira, mas como cidadã, negra e inteiramente contrária a qualquer expressão de preconceitos, peço que, se acharem que devem se manifestar contra as declarações preconceituosas proferidas pelo sr jair bolsonaro (em minúsculas mesmo), já existe um processo nesse sentido e abaixo um link onde vc pode decclarar sua indignação.
Ressalto que, se a sua opinião for a mesma do deputado, delete essa mensagem, pois não costumo "intimar" meus amigos a seguirem minhas opiniões, sou democrata ao extremo, adepta da livre expressão.
Apenas envio o link para aqueles que quiserem engrossar o coro dos descontentes., que talvez não tivessem conhecimento desse veículo para reclamações
Um beijo
ANA
Para apoiar a manifestação, escreva para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (cdh@camara.gov.br).

ÍNTEGRA DA REPRESENTAÇÃO DOS DEPUTADOS CONTRA O DESPREZÍVEL CAPITÃO-DO-MATO




Os parlamentares infra-assinados vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência representar contra o deputado JAIR BOLSONARO pelas razões de fato e de direito na seguinte:

REPRESENTAÇÃO DOS FATOS

Na noite de 28 de março de 2011 foi ao ar o programa da TV Bandeirantes entitulado CQC – Custe o Que Custar, no qual foi veiculada uma entrevista com o Deputado Jair Bolsonaro no quadro do CQC denominado “O povo quer saber”. No decorrer da entrevista, o referido parlamentar, ao ser indagado pela artista e promotora Preta Gil “se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?” Eis a resposta literal do entrevistado: “ô Preta, eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja, eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambientes como lamentavelmente é o seu” (!).
Esta resposta caracterizada por evidente cunho racista culminava uma série de afirmações em desapreço a diversos grupos sociais e em apologia a graves violações de direitos humanos, no decorrer de toda a referida entrevista.
Na realidade tem sido recorrentes as manifestações de cunho racista proferidas pelo Sr. Jair Bolsonaro nesta Casa e fora dela, contra diversos grupos sociais e organizações defensoras de direitos humanos, dentre as quais a própria Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da qual ele é membro suplente por designação do partido a que é filiado, o PP.

DO DIREITO

A difusão de conteúdos ideológicos por meio da mídia eletrônica é de conhecido poder de multiplicação, principalmente quando se trata de programa que conta com significativa audiência, como o CQC. O Sr. Jair Bolsonaro ao utilizar-se de um espaço midiático para propagar atos que configuram crimes, extrapola a liberdade de expressão para ofender a dignidade, a autoestima e a imagem não só da pessoa que fez a pergunta naquele momento, mas de toda a sociedade, uma vez que os direitos e princípios constitucionais ofendidos pertencem à toda a sociedade.
A Lei 7.716, de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, inclui, no seu Art. 20, “que praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional” é crime passível de reclusão de um a três anos e multa.
Essa Lei decorre de tratados internacionais de que o Brasil é signatário. A Constituição Cidadã é explícita ao repudiar o racismo como prática social, considerando-o como crime imprescritível e inafiançável. O Art. 1º da Carta Magna, que define como um dos fundamentos da República Federativa do Brasil “III – a dignidade da pessoa humana.”
O Art. 3º, que enumera os objetivos fundamentais da República, contempla “IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
Já o Art. 4º , que estabelece os princípios pelos quais se regem as relações internacionais do país, VIII – repúdio ao terrorismo e ao racismo (…).
O Art. 5º da Constituição Cidadã, por sua vez, define que “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza (…). O mesmo Artº 5º, em seu Inciso XLII, prevê que “a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei.
A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, com base no Recurso Especial 157805/DF, prevê que “Incitar, consoante a melhor doutrina é instigar, provocar ou estimular e o elemento subjetivo consubstancia-se em ter o agente vontade consciente dirigida a estimular a discriminação ou preconceito racial. Para a configuração do delito, sob esse prisma basta que o agente saiba que pode vir a causá-lo ou assumir o risco de produzi-lo (dolo direto ou eventual).”
Por sua vez, o Código Penal, define o crime de injúria no Art. 140, estabelecendo que se trata de injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro. O § 3º da mesma lei,estabelece que “se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência, a pena é de reclusão de um a três anos e multa.
Ante o exposto, requerem os representantes se digne V. Excelência determinar, em respeito aos princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Carta Magna de 1988 e da Lei vigente, a instauração do devido procedimento contra o Deputado JAIR BOLSONARO, para que seja:
1) Avaliada se a conduta do Deputado Jair Bolsonaro configura efetivamente a prática do crime de racismo;
2) Determinadas providências para requisição de vídeo tape do programa CQC à TV Bandeirantes exibido na noite de 28 de março de 2011 para melhor exame do caso;
3) Determinadas providências para requisição de transcrições de discursos do referido deputado nos quais se demonstram as práticas recorrentes de injúrias, ofensas à dignidade e incitação da discriminação e preconceitos, inclusive contra a Comissão de Direitos Humanos e Minorias;
4) Encaminhe à Corregedoria e, posteriormente, ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar abertura de processo sobre eventual quebra de decoro parlamentar.

Brasília(DF), 29 de março de 2011

Manuela d’Ávila (PCdoB-RS) – presidenta da Comissão de Direitos Humanos e Minorias
Brizola Neto (PDT-RJ)
Chico Alencar (PSol-RJ)
Domingos Dutra (PT-MA)
Édson Santos (PT-RJ)
Emiliano José (PT-BA)
Érika Kokay (PT-DF)
Fernando Ferro (PT-PE)
Ivan Valente (PSol-SP)
Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
Jean Wyllys (PSol-RJ)
Luiz Alberto (PT-BA)
Luiz Couto (PT-PB)
Marina Santanna (PT-GO)
Perpétua Almeida (PCdoB-AC)

Para apoiar a manifestação, escreva para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (cdh@camara.gov.br).

Triste retrato da PC Paulista


MEU COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO que SEGUE:

É uma vergonha. O Meu sentimento é de vergonha. Vergonha de, após 24

anos de dedicação e muito trabalho, hoje, presenciar esse tipo de
situação na PC paulista.
Isso é reflexo da falta de respeito dessa 'classe policial', ou seja,
dos delegados com os policiais da base. Se houvesse UNIÃO, sobretudo comprometimento (já que a PC é DIRIGIDA pelos delegados) por parte destes com as demais categorias policiais, talvez não chegássemos a esse ponto.
A VAIDADE classista desses senhores 'autoridades da lei' está
ANIQUILANDO  a PC paulista.
Desvincular da PM, nessa altura do campeonato, nem sei mais se seria
bom, haja vista os benefícios que a instituição congênere vem
recebendo do governo federal e especialmente em São Paulo, do governo
PSDB. Eu nunca imaginei que algum dia teria essa dúvida. Ademais, o
'sim senhor, não senhor' há muitos e muitos anos já existe em São
Paulo. Agimos como secretários, ofice-boys, estafetas e motoristas
particulares dos 'doutores delegados' há muito tempo. Restando apenas
engraxarmos seus sapatos, se é que já não chegamos a esse ponto.
Grande semelhança com a co-irmã.
Parem de picuinhas, ajam como GENTE GRANDE e comecem a refletir,
perceber que sem as OUTRAS CARREIRAS vocês não são NINGUÉM. A PC não se resume a delegados. Somos 35 (trinta e cinco) mil policiais civis e não
APENAS 3 (três) mil delegados.
Quem mais sai perdendo em toda essa história, com a falta de uma gestão efetiva, de resgate da dignidade policial civil é o cidadão paulistano,
contribuinte, pagador de impostos,  que recebe por parte da
instituição um serviço pífio, de péssima qualidade


TÂNIA - uma escripol desiludida, desamparada e envergonhada em SP
 

http://flitparalisante.wordpress.com/2011/04/01/informacoes-sobre-o-manifestoocorrido-na-adpesp/

JORNAL FLIT PARALISANTE


POLÍCIA SEM CERIMONIAL – by rcguerra

INFORMAÇÕES SOBRE O MANIFESTO OCORRIDO NA ADPESP


com 7 comentários


Dando publicidade a todo o ocorrido na data de hoje na ADPESP; bem

como por respeito ao espaço de divulgação democrática do Flit
Paralisante, passo a descrever os lamentáveis acontecimentos hoje
ocorridos.

Tenho certeza absoluta de que boa parte dos meus pares passarão a me

ofender, sob a justificativa de que eu esteja desmobilizando a classe,
fazendo campanha política ou prejudicando as tratativas em andamento
com a Administração Pública. Porém, por respeito ao colega Guerra, que
de forma diferente do nosso não menos valoroso colega administrador do
DELPOL PC, não nos cerceia o direito de defesa, tampouco tolhe o
direito sagrado à informação, sob a justificativa de que precisamos
ter regras em grupo de e-mail.

Também não tenho receio em que policiais de todo o Brasil, por meio do

flit, saíbam sobre a situação que atravessa a maior entidade de classe
de Delegados de Polícia. Pelo menos aqui em São Paulo todo mundo sabe
quem é quem. Aliás, a Polícia Civil de São Paulo, apesar de elogiada
por seu trabalho no Brasil, não é parâmetro remuneratório. Já fiquei
sabendo que há governadores que negam aumento às suas polícias civis,
justificando nossos salários.

Iniciando os relatos sobre os lamentáveis acontecimentos que

culminaram com a presença da Corregedoria (DOP), inicio, NA QUALIDADE
DE DIRETOR DA ADPESP:

Protocolei, juntamente com a diretora Roberta Franco um pedido de

audiência com nossa presidente, às 11h30 do dia de hoje, a fim de que
ela nos pudesse prestar os esclarecimentos constantes do manifesto. O
protocolo foi formalizado há dois dias atrás. Contudo, para nossa
surpresa, ontem, nossa presidente nos convocou para uma reunião da
diretoria (não agendada havia mais de dois meses) – Então, justificou
que não nos receberia, pois estaríamos na reunião, que começaria às
10h.

Quando nós diretores entramos na sala de reuniões da presidência,

fomos surpreendidos por uma sofisticada câmera filmadora instalada com
tripé, que ali estava para filmar a reunião. Mesmo acreditando ser
desnecessária tal aparelhagem, concordamos com o procedimento, pois
logo entendemos que a filmagem ocorreria para garantir que abusos não
ocorressem.

Após meia hora de reunião, pedi a palavra, numa das oportunidades à

senhora presidente, quando a questionei sobre os motivos pelos quais
não receberia os colegas, já que nosso protocolo era anterior à
convocação para a reunião – Neste momento meu pedido foi indeferido.
Em seguida, ponderei que um dos delegados presentes não era diretor,
estando na sala de reuniões e participando ativamente dos trabalhos.
Logo, tendo ele esse direito, nada mais justo que os colegas que
estavam do lado de fora, esperando para falar com a presidente, também
pudessem entrar na mesma sala para acompanhar os trabalhos-
Liminarmente a presidente rejeitou tal proposta.

Em seguida, requeri cópia imediata das filmagens – Momento em que foi

meu pedido indeferido, com a seguinte resposta: O Senhor faça o pedido
por escrito. Como por escrito? Fiz oralmente, na presença da
diretoria. Mais uma vez, numa atitude unilateral, respondeu que não.
Pedi que meu pedido fosse submetido a votação, mas a presidente, de
novo, repeliu-me.

Dois minutos depois, cobrei um de nossos colegas sobre a apresentação

das atas das reuniões anteriores, pois há quase um ano que elas não
são apresentadas para as devidas assinaturas – Neste momento, o colega
diretor se levantou, fitando-me nos olhos, dizendo: “Não vou
participar disso – Você é um artista…”, abandonando a sala de
reuniões. Em seguida, outro diretor se levantou e foi embora. Ato
contínuo, a presidente sentenciou: “…A reunião está encerrada por
falta de quórum…”. Imediatamente requeri cópia das filmagens para me
salvaguardar, momento em que um dos diretores chegou para o rapaz da
filmagem e pediu para que encerrasse a gravação.

Cinco minutos depois, os colegas entraram na sala de reuniões (que já

estava encerrada a da diretoria) e pediram para falar com a Marilda
(dezenas de colegas presentes, dentre eles vários aposentados).

Ponderamos com a presidente que não havia mais empecilho para não

prestar as informações aos colegas presentes, mas mesmo assim
respondeu que estava muito ocupada e que não os poderia atender.

Ato contínuo, em meio às discussões, percebi o rapaz da filmagem

saindo discretamente do recinto com a câmera. Imediatamente o chamei,
já no corredor do elevador, momento em que juntamente com outros
colegas, pedimos para ele que retornasse, a fim de extrairmos cópia de
todo o ocorrido. De repente, como num flash, referido indivíduo entrou
na sala da presidente, juntamente com o advogado da ADPESP e se
trancaram (a sala da presidência fica ao lado da sala de reuniões) .

Todos os presentes não acreditaram na conduta. Na porta da sala

estavam ao menos 15 colegas. Em seguida, batemos na porta de modo a
nos entregarem cópia das filmagens, mas referido indivíduo conseguiu
sair pela outra porta da sala da presidência. Incrível!!!

Em seguida, três colegas entraram para falar com ela, quando então a

presidente se comprometeu a nos prestar informações. No momento em que
aguardávamos, de repende, eis que chega o colega divisionário da DOP,
acionado por telefonema da ADPESP, a fim de averiguar denúcia de
ameaça e danos, pois segundo o “telefonema”, os colegas ali presentes
estariam dando chutes e socos na porta da presidente – Isso não
ocorreu e vários presentes puderam atestar, razão pala qual vários de
nossos colegas se sentiram ofendidos e ultrajados.

Não demorou muito, o colega da corregedoria percebeu que a denúncia se

aproximava muito mais de uma falsa comunicação de crime. Pedi para que
requisitasse perícia para o local e ele disse que nem precisava, pois
não vislumbrava ocorrência de crime.

Mesmo assim, após a espera por mais de uma hora, a presidenta desceu

ao auditório e disse que não falaria com ninguém nesta data, mas que
marcaria reunião no dia 07 de abril para os esclarecimentos devidos,
do contrário, que a procurassem reservadamente durante a semana.

Imediatamente, com base no Estatuto Social, protocolamos requerimento

para convocação de AGE. O Estatuto prevê 50 assinaturas e nós
protocolamos 57.

Esse é o relato.


Hoje percebi que as coisas na Polícia Civil não mudam, pois quando se

assume o poder, PESSOAS MUDAM.

Um dos delegados que se levantou da mesa de reunião, olhando-me como

se eu fosse um leproso, recordo-me como se fosse hoje, que a mesma
pessoa,  juntamente com outros colegas, gritou na reunião do Braston,
quase avançando no Dr. Sérgio Roque, quando ele propôs uma trégua na
greve.

Os tempos mudam e as pessoas também.


Exponho aqui o ocorrido em respeito aos Delegados de Polícia que já

viram esse filme, não me importando com aquelas vozes que me ofendem,
dizendo que isso é um escárnio da classe.

Agora, soltam a informação que a história dos dez anos limite para o

classe especial somente não vai mais para a ALESP pelo vazamento da
notícia. Pelo AMOR DE DEUS!!!! Vocês acham que essa proposta
inconstitucional passaria??? Não pode uma LC estadual criar nova
hipótese de aposentadoria compulsória para servidores civis, já
prevista no texto constitucional. PM é outro regime. Todo mundo sabe
que o projeto que saiu dia 14 de março da DGP (reestruturação), desde
o início já não contempla tal fato, sendo tais boatos mais uma manobra
para me difamar.

Por fim, mais uma vez me exponho, colega Guerra – Não por pretensões

políticas (argumantos vis, muito utilizados na política rasteira, que
não possui argumentos para o debate).

Penso que este seja o momento para virar a mesa e dar uma chance, de

fato, à Administração Pública nos provar que realmente quer o bem da
Polícia Civil – mas que não tem nossos representantes nas mãos.

Desvinculação com a PM já!!!

Pela Inconstitucionalidade da LC n.º731/93!!!
Pelo fim das promessas do PSDB!!!
Pelo fim das reuniões a portas fechadas com o PSDB!!!
Pelo fim dos afastamentos de colegas em gabinetes de aliados da base
do governo na ALESP!!!
Pelo subsídio a todos os policiais civis.

Não aguento mais!!!

Aos delegados que estão me ligando ou me ofendendo no DOPS-PC
(DELPOL-PC), lamento, pois hoje faço um voto pela DEMOCRACIA!!!

Para aqueles que se dizem rejeitados do DELPOL-RESISTÊNCIA, em

homenagem à democracia, procurem um membro do “Resistência” para serem
adicionados, sem discriminações, pois lá poderão escrever a vontade,
sem moderação.

Mário Aidar

diretor executivo da ADPESP
biênio 2010/2011

quarta-feira, 30 de março de 2011

Entrevista DGP de São Paulo à Folha Dirigida


Se a exigência para ingresso na PC continuará sendo o 2º grau que, pelo menos, ocorra o mesmo que já se faz na PM. Entra-se com Nível Médio, mas ao sair da ACADEPOL, após curso de formação, sai como Tecnólogo em Segurança Pública. Esse já seria um grande passo. Uma atitude ‘inteligente’ da PC paulista que está, em gestão, anos luz atrás da Polícia Militar.

Tânia - escripol em SP 

http://samogin.wordpress.com/2011/03/30/entrevista-delegado-geral-folha-dirigida/