Ontem, 19 de maio, participei de uma aula aberta sobre a 'Festa do Divino'. Uma aula divinamente linda. Nunca imaginei que uma festa folclórica, dentro de seu contexto, daria margem para discutirmos arquétipos, mitos e ritos. Falarmos sobre Jung e Joseph Campbell, entre outros. Foi uma aula enriquecedora. Saí de lá com muito mais conteúdo do que quando cheguei. E olha que foi apenas um resumo do que será apresentado no evento "História da Arte, Arquitetura e Cultura Brasileira: A Festa do Divino em Paraty". Imaginem como será a aula in loco!
Tânia
27 de Maio História da Arte, Arquitetura e Cultura Brasileira: A Festa do Divino em Paraty
DATA: 25, 26 e 27 de maio de 2012 ... Uma aula sobre história da arte, arquitetura e cultura in loco, ou seja, em uma das mais belas paisagens e conjuntos arquitetônicos do Brasil Colonial: Paraty.
Nesta viagem, faremos uma visita à uma comunidade quilombola da região.
Conteúdo: a) História de Paraty, História do Barroco, a arquitetura colonial litorânea, a influência medieval cristã, as influências indígenas e africanas. b) A Festa do Divino: orígens, simbologia e significado. Memória e futuro: A visão antropológica de Darcy Ribeiro. A interpretação psicológica de Carl Gustav Jung. (aula apostilada).
Nesta viagem, faremos uma visita à uma comunidade quilombola da região.
INSCRIÇÕES e/ou RESERVAS devem ser efetuadas o quanto antes.
Gente, após hibernar durante um longo inverno, estou de volta. Na verdade, esse afastamento foi providencial. Limpei os armários e as gavetas de minha vida. Acho que estou pronta para recomeçar. Tentarei, a partir de amanhã, pelo menos duas vezes por semana, publicar uma nota, alguma matéria interessante que tenha lido, uma dica de beleza, literatura, música, lazer, entre outros temas que seja útil a vocês. E, também, indicarei alguns Blogs bacanas, os quais tive prazer de acompanhar. Para reiniciar minha jornada deixo, como presente, um vídeo muito interessante. É um documentário sobre Carl Gustav Jung. Aproveitem. Um longo e apertado abraço.
Conheça Oito Alimentos que você deve comer todos os dias
Espinafre
Segundo livro, espinafre, iogurte, tomate, cenoura, blueberry, feijão preto, nozes e aveia devem ser ingeridos todos os dias. Saiba por que e quais alimentos têm as mesmas funções benéficas para o organismo Eles são fáceis de ser encontrados nos supermercados ou em restaurantes, se você costuma comer muito fora de casa. Segundo o livro Eat This, Not That (algo como “Coma isso, não aquilo”, ainda sem tradução para o português), espinafre, iogurte, tomate, cenoura, blueberry, feijão preto, nozes e aveia têm propriedades nutricionais importantes para o bom funcionamento do organismo, principalmente se acompanhados de uma proteína light, como salmão, peru ou outra carne magra. Saiba por que tais alimentos são fundamentais e quais outros podem substituí-los, para as suas refeições não ficarem monótonas. É rico em Ômega-3 e folatos, que ajudam a reduzir o risco de doenças cardíacas, derrame e osteoporose. Folatos também aumentam o fluxo de sangue, o que pode ajudar a prevenir problemas sexuais relacionados ao avanço da idade. O espinafre ainda possui luteína, que ajuda a prevenir a degeneração macular, um problema da retina que afeta principalmente os idosos. Quanto ingerir por dia: 1 xícara de espinafre fresco ou ½ xícara da verdura cozida. Você pode substituir por: Couve ou alface romana. Dicas: Use espinafre nas saladas, nos ovos mexidos, sobre a pizza e em molhos para massa.
Iogurte O iogurte tem mais de dois mil anos e ninguém sabe ao certo onde foi criado. O que se tem certeza é que a fermentação do leite origina milhões de probióticos – bactérias benéficas que ajudam a fortalecer o sistema imunológico e protegem do câncer de cólon. Nem todos os iogurtes contêm probióticos, por isso certifique-se lendo seus rótulos. Quanto ingerir por dia: 1 xícara. Você pode substituir por: Iogurte de leite de soja e Kefir (bebida fermentada por mais de quarenta tipos diferentes de microorganismos, incluindo as leveduras). Dicas: Coma iogurte com blueberries, nozes, semente de linhaça e mel no café-da-manhã ou na sobremesa.
Tomate Há duas coisas de que você precisa saber sobre os tomates: a sua coloração vermelha carrega um antioxidante chamado licopeno, uma substância que é absorvida com mais facilidade quando o tomate é processado, em molho ou catchup. Uma dieta rica em licopeno pode diminuir o risco de câncer na bexiga, pulmão, próstata, pele e estômago, além de reduzir problemas na artéria coronária. Quanto ingerir por dia: 22mg de licopeno, presente em oito tomates cereja ou um copo de suco de tomate. Você pode substituir por: Melancia, uvas rosadas, mamão, caqui japonês e goiaba. Dicas: Coma bastante catchup, gazpacho (uma sopa gelada espanhola) e sempre use o dobro de tomate que as receitas pedem.
Cenoura A maioria das frutas e legumes vermelhos, amarelos ou laranja é rica em carotenóides – substâncias solúveis em gordura associadas à redução de vários tipos de câncer e à inflamação comum a pacientes que sofrem de asma e artrite reumatóide. Nenhum deles, porém, é tão fácil de preparar e tem tão poucas calorias quanto as cenouras. Quanto ingerir por dia: ½ xícara. Você pode substituir por: Batata doce, abóbora, pimentão amarelo e manga. Dicas: Aumente a ingestão de cenouras baby cruas, fatias de pimentão amarelo, sopa de abóbora, batata doce assada, torta de abóbora, sorbet de manga e bolo de cenoura.
Blueberry
Não é fácil encontrar blueberries frescas no Brasil, mas alguns supermercados oferecem esta fruta congelada. Ela possui mais oxidantes do que qualquer outra fruta originária da América do Norte. Previne câncer, diabetes e doenças neurológicas relacionadas à idade. Por isso, recebeu o apelido de “brain berry”, que seria algo como “frutinha do cérebro”. Alguns estudos mostraram que elas são ricas em fibras e vitaminas A e C, que ajudam no bom funcionamento do sistema cardiovascular. Quanto ingerir por dia: 1 xícara da fruta fresca ou ½ xícara dela congelada ou seca. Você pode substituir por: Açaí, uvas roxas, morango, ameixa e uva passa. Dicas: As propriedade da blueberry são mantidas na fruta seca, congelada ou em forma de geléia.
Feijão Preto Todos os feijões são bons para o coração, mas nenhum melhora tanto a capacidade quanto o preto. Isso porque esse tipo de feijão contém antocianina, substância antioxidante que já comprovou ter efeitos positivos sobre o funcionamento do cérebro. Quanto ingerir por dia: ½ xícara oferece 8g de proteínas e 7,5g de fibras. Você pode substituir por: Lentilha, fava, ervilha e outros feijões. Dicas: Use feijões pretos para fazer burritos e chilli. Com 1 xícara de feijões pretos cozidos, azeite de oliva e alho frito você faz um delicioso molho para aperitivo.
Nozes Ricas em Ômega-3, as nozes possuem mais polifenóis que o vinho tinto e mais proteínas que a carne de frango. Outras sementes combinam apenas uma ou duas dessas propriedades. Quanto ingerir por dia: 7 nozes. Você pode substituir por: Amêndoas, amendoim, pistache, macadâmia e avelã. Dicas: Comer nozes é bom a qualquer momento, e melhor ainda quando você sentir vontade de ingerir guloseimas. Sobre a salada, espalhe nozes quebradas. Você também pode temperar peixes ou frangos com um molho feito de nozes e azeite.
Aveia Entre os alimentos saudáveis, a aveia foi o primeiro a ganhar a aprovação do Food and Drug Administration, equivalente à Anvisa nos Estados Unidos. Ela é rica em fibras solúveis, que diminuem o risco de doenças do coração. Além disso, é rica em proteínas e carboidratos. Quanto ingerir por dia: ½ xícara. Você pode substituir por: Quinua, sementes de linhaça e arroz selvagem. Dicas: Granola e cereais integrais têm pelo menos 5g de fibra por porção. Espalhe duas colheres de sopa de sementes de linhaça sobre o cereal, salada e iogurte.
Das redes sociais chega a revoltante notícia de que soldados da Polícia Militar de São Paulo iniciaram a desocupação violenta do Pinheirinho, em São José dos Campos. Há depoimentos sobre o uso da tropa de choque e de helicópteros na repressão. O UOL-Notícias chegou a especular sobre três mortes no local. Os moradores foram pegos de surpresa, foram apunhalhados pelas costas numa ação traiçoeira e ilegal do governo tucano de Geraldo Alckmin.
Na sexta-feira, dia 20, o Tribunal Regional Federal – 3ª. Região suspendeu a ordem de reintegração de posse da ocupação. A decisão foi tomada pelo desembargador federal Antonio Cedenho, da 5ª Turma do TRF. Ele determinou ainda que a União passe a integrar o processo por conta do interesse do governo federal na área.
Com essa decisão, festejada pelos moradores, o processo seria deslocado da Justiça Estadual (da juíza Márcia Loureiro) para a Justiça Federal. Além disso, não caberia recurso às instâncias superiores, enquanto a turma de desembargadores do Tribunal não analisasse a decisão.
Essa deliberação revalidou a liminar concedida no dia 17 pela juíza substituta Roberta Monza Chiari momentos antes da execução da reintegração de posse pela Tropa de Choque da Polícia Militar. Nessa liminar, a juíza reconheceu o interesse da União no caso e citou ofício do Ministério da Cidade pedindo adiamento da reintegração.
A ação da PM de Alckmin na manhã deste domingo confirma a postura autoritária, fascistóide, dos tucanos. Exige a imediata repulsa dos setores democráticos da sociedade e a urgente solidariedade às milhares de famílias que ocupam há anos o bairro do Pinheirinho.
Debate realizado no dia do lançamento do livro "A Privataria Tucana", do jornalista Amaury Ribeiro Jr. 10/12/2011
O livro chegou às livrarias nesta sexta e já causou repercussão na blogosfera, reação oposta à da grande mídia, que ignorou o lançamento.
Mais informações: http://bloggeracaoeditorial.com/2011/12/09/a-privataria-tucana-do-jornalista-...
Leia e reflitam sobre esse texto de Mia Couto, lido na Conferência de Estoril. É maravilhoso e nos leva a pensar sobre qual é o mundo em que queremos viver.
Tânia
Mia Couto: Contra o medo, o direito à cidade*
Publicado dezembro 7, 2011
Por João Telésforo Medeiros Filho
Temos vivido cada vez mais em Cidades de Muros (como chama a antropóloga Teresa Caldeira no seu importante livro sobre Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo), em Fobópoles (para usar a expressão do brilhante geógrafo Marcelo Lopes de Souza em livro homônimo, de 2008, sobre a organização da cidade em torno do medo, implicando a consequente militarização da vida urbana), em distopias urbanas que vão se tornando reais, pautadas pela hipertrofia dos muros da segregação socioespacial, do medo, do vigilantismo e dos aparatos de repressão – oficiais, não-oficiais ou um misto de ambos, como fica claro no caso das milícias no Rio de Janeiro.
Nesse sentido, é valiosa para a nossa reflexão esta excelente palestra de um dos melhores escritores vivos da língua portuguesa, Mia Couto:
“Eis o que nos dizem: para superarmos as ameaças domésticas precisamos de mais polícia, mais prisões, mais segurança privada e menos privacidade. (…) Todos sabemos que o caminho verdadeiro tem que ser outro. Todos sabemos que esse outro caminho começaria pelo desejo de conhecermos melhor esses que, de um e do outro lado, aprendemos a chamar de ‘eles’”.
Em outras palavras, o caminho proposto pelo escritor moçambicano, assim como por Teresa Caldeira e por Marcelo Lopes de Souza, consiste em apostar na construção do direito à cidade.
Eis o texto da íntegra dos seus sete minutos de fala (retirada daqui):
O medo foi um dos meus primeiros mestres. Antes de ganhar confiança em celestiais criaturas, aprendi a temer monstros, fantasmas e demónios. Os anjos, quando chegaram, já era para me guardarem, servindo como agentes da segurança privada das almas. Nem sempre os que me protegiam sabiam da diferença entre sentimento e realidade. Isso acontecia, por exemplo, quando me ensinavam a recear os desconhecidos. Na realidade, a maior parte da violência contra as crianças sempre foi praticada não por estranhos, mas por parentes e conhecidos. Os fantasmas que serviam na minha infância reproduziam esse velho engano de que estamos mais seguros em ambientes que reconhecemos. Os meus anjos da guarda tinham a ingenuidade de acreditar que eu estaria mais protegido apenas por não me aventurar para além da fronteira da minha língua, da minha cultura, do meu território.
O medo foi, afinal, o mestre que mais me fez desaprender. Quando deixei a minha casa natal, uma invisível mão roubava-me a coragem de viver e a audácia de ser eu mesmo. No horizonte vislumbravam-se mais muros do que estradas. Nessa altura, algo me sugeria o seguinte: que há neste mundo mais medo de coisas más do que coisas más propriamente ditas.
No Moçambique colonial em que nasci e cresci, a narrativa do medo tinha um invejável casting internacional: os chineses que comiam crianças, os chamados terroristas que lutavam pela independência do país, e um ateu barbudo com um nome alemão. Esses fantasmas tiveram o fim de todos os fantasmas: morreram quando morreu o medo. Os chineses abriram restaurantes junto à nossa porta, os ditos terroristas são governantes respeitáveis e Karl Marx, o ateu barbudo, é um simpático avô que não deixou descendência.
O preço dessa construção [narrativa] de terror foi, no entanto, trágico para o continente africano. Em nome da luta contra o comunismo cometeram-se as mais indizíveis barbaridades. Em nome da segurança mundial foram colocados e conservados no Poder alguns dos ditadores mais sanguinários de que há memória. A mais grave herança dessa longa intervenção externa é a facilidade com que as elites africanas continuam a culpar os outros pelos seus próprios fracassos.
A Guerra-Fria esfriou mas o maniqueísmo que a sustinha não desarmou, inventando rapidamente outras geografias do medo, a Oriente e a Ocidente. E porque se trata de novas entidades demoníacas não bastam os seculares meios de governação… Precisamos de intervenção com legitimidade divina… O que era ideologia passou a ser crença, o que era política tornou-se religião, o que era religião passou a ser estratégia de poder.
Para fabricar armas é preciso fabricar inimigos. Para produzir inimigos é imperioso sustentar fantasmas. A manutenção desse alvoroço requer um dispendioso aparato e um batalhão de especialistas que, em segredo, tomam decisões em nosso nome. Eis o que nos dizem: para superarmos as ameaças domésticas precisamos de mais polícia, mais prisões, mais segurança privada e menos privacidade. Para enfrentar as ameaças globais precisamos de mais exércitos, mais serviços secretos e a suspensão temporária da nossa cidadania. Todos sabemos que o caminho verdadeiro tem que ser outro. Todos sabemos que esse outro caminho começaria pelo desejo de conhecermos melhor esses que, de um e do outro lado, aprendemos a chamar de “eles”.
Aos adversários políticos e militares, juntam-se agora o clima, a demografia e as epidemias. O sentimento que se criou é o seguinte: a realidade é perigosa, a natureza é traiçoeira e a humanidade é imprevisível. Vivemos – como cidadãos e como espécie – em permanente situação de emergência. Como em qualquer estado de sítio, as liberdades individuais devem ser contidas, a privacidade pode ser invadida e a racionalidade deve ser suspensa.
Todas estas restrições servem para que não sejam feitas perguntas [incomodas] como, por exemplo, estas: porque motivo a crise financeira não atingiu a indústria de armamento? Porque motivo se gastou, apenas o ano passado, um trilião e meio de dólares com armamento militar? Porque razão os que hoje tentam proteger os civis na Líbia são exatamente os que mais armas venderam ao regime do coronel Kadaffi? Porque motivo se realizam mais seminários sobre segurança do que sobre justiça?
Se queremos resolver (e não apenas discutir) a segurança mundial – teremos que enfrentar ameaças bem reais e urgentes. Há uma arma de destruição massiva que está sendo usada todos os dias, em todo o mundo, sem que sejam precisos pretextos de guerra. Essa arma chama-se fome. Em pleno século 21, um em cada seis seres humanos passa fome. O custo para superar a fome mundial seria uma fracção muito pequena do que se gasta em armamento. A fome será, sem dúvida, a maior causa de insegurança do nosso tempo.
Mencionarei ainda outra silenciada violência: em todo o mundo, uma em cada três mulheres foi ou será vítima de violência física ou sexual durante o seu tempo de vida… A verdade é que… pesa uma condenação antecipada pelo simples facto de serem mulheres.
A nossa indignação, porém, é bem menor que o medo. Sem darmos conta, fomos convertidos em soldados de um exército sem nome, e como militares sem farda deixamos de questionar. Deixamos de fazer perguntas e de discutir razões. As questões de ética são esquecidas porque está provada a barbaridade dos outros. E porque estamos em guerra, não temos que fazer prova de coerência nem de ética nem de legalidade.
É sintomático que a única construção humana que pode ser vista do espaço seja uma muralha. A chamada Grande Muralha foi erguida para proteger a China das guerras e das invasões. A Muralha não evitou conflitos nem parou os invasores. Possivelmente, morreram mais chineses construindo a Muralha do que vítimas das invasões do Norte. Diz-se que alguns dos trabalhadores que morreram foram emparedados na sua própria construção. Esses corpos convertidos em muro e pedra são uma metáfora de quanto o medo nos pode aprisionar.
Há muros que separam nações, há muros que dividem pobres e ricos. Mas não há hoje no mundo muro que separe os que têm medo dos que não têm medo. Sob as mesmas nuvens cinzentas vivemos todos nós, do sul e do norte, do ocidente e do oriente… Citarei Eduardo Galeano acerca disso que é o medo global:
“Os que trabalham têm medo de perder o trabalho. Os que não trabalham têm medo de nunca encontrar trabalho. Quem não têm medo da fome, têm medo da comida. Os civis têm medo dos militares, os militares têm medo da falta de armas, as armas têm medo da falta de guerras.”
E, se calhar, acrescento agora eu, há quem tenha medo que o medo acabe.
O PSDB, mais uma vez, apresenta propostas mirabolantes para o ensino médio, não atendendo às necessidades básicas do jovem estudante que já teve um ensino fundamental totalmente deficitário. Mudanças a serem implantadas de forma arbitrária, antidemocrática e excludente, já que aconteceria em apenas 21 escolas de ensino médio num universo de centenas de unidades estudantis. E pior, sem a participação dos maiores interessados no assunto, ou seja, os professores e a sociedade. Eu não mereço esse governo, tampouco os meus filhos.
Proposta de currículo integrado com para o ensino médio está em discussão desde 1988
Entrevista com Celso João Ferretti, doutor em educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e Maria Sufaneide Rodrigues, professora de língua portuguesa do ensino médio da Escola Estadual Professor Antônio Emílio de Souza Pena, na Freguesia do Ó.