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sábado, 28 de maio de 2011

Marcha para Liberdade - Convite a movimentos sociais e organizações

http://www.marchadaliberdade.org/2011/05/convocacao-a-movimentos-sociais-e-organizacoes/

Convite a movimentos sociais e organizações

Amigos e amigas, Movimentos sociais e organizações, Gostaríamos de fazer um convite.

Sábado passado, na repressão da Marcha pela Liberdade de Expressão, vimos uma cena já comum entre as manifestações em São Paulo e em outros locais do Brasil. Sabemos que a violência policial se estende ao cotidiano, sobretudo, daqueles que vivem nas periferias brasileiras, sabemos também que a criminalização dos movimentos sociais e toda violência institucional diante da divergência de idéias é apenas um retrato, um recorte, dessa realidade vivida pelo povo pobre e marginalizados e que o terror e a violência entram na vida das pessoas como dinâmicas de controle social. Por estes motivos convidamos a todas e todos pra marchar pela liberdade de expressão e contra a violência e impunidade policial neste sábado, dia 28/05, às 14h no MASP (av. Paulista).
Vimos também um estopim de um processo de resistência que tem que ser inaugurado no Brasil. Uma resistência que já existe, localizada, em cada grupo que sofre com a violência, com a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza. Chegou a hora de resistirmos juntos. Marchar pelo mundo novo que queremos, sem abusos, sem execuções, com liberdade, alegria e justiça, igualdade e com unidade.
Temos que canalizar nossas forças. Marchar pacificamente é se opor a esse sistema opressor e violento.

Porque marchamos pela liberdade?

1) Porque lutamos pela liberdade de expressão, de organização, de manifestação. Pelas liberdades individuais e pelos direitos humanos, de forma tranversal. Porque quando se fala em liberdade não se pode falar em migalhas.
2) Porque somos contra a violência policial em manifestações. Contra execuções sumárias e torturas
3) Porque queremos a regulamentação do uso de armas não letais pelas forças policiais. E a punição dos culpados em episódios de flagrante violência.
4) Porque juntos todos temos uma voz. Pedimos para as organizações que se sentiram contempladas pelos pontos acima que entrem com seu manifesto, com suas bandeiras, com suas causas específicas. Que a manifestação amplifique o volume dos coro dos descontentes. Que cada um bote seu bloco na rua. Que celebremos nossa capacidade de união e de mostrar ao poder o que entendemos por democracia. Nosso teto é o céu e nosso chão é rua. Nele e nela, cabemos todas e todos.
5) Porque existem hoje cerce de 700 movimentos populares em levantes pelo mundo. Com a mesma demanda: liberdade.
6) Porque aqui entra a sua pauta específica. Nossa sexta pauta são todas as pautas. Mande seu manifesto dizendo por que razão você marcha pela liberdade. Some-se com gente, bandeiras, apoio.

Mande seu manifesto dizendo por que razão você marcha pela liberdade.


Nosso primeiro ato será sábado, 28/5. 14h, embaixo do MASP, rumo à República.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Simplesmente...sensacional...


¨Gestão Administrativa em Segurança Pública¨ - Clóvis de Oliveira Júnior


Clóvis de Oliveira Júnior, Delegado de Polícia aposentado fala sobre a publicação de seu livro ¨Gestão Administrativa em Segurança Pública¨ e assuntos correlatos…(envelhecimento, redução dos quadros da Polícia Civil ; affectio societatis criminoso)

http://flitparalisante.wordpress.com/2011/05/26/clovis-de-oliveira-junior-delegado-de-policia-aposentado-fala-sobre-a-publicacao-de-seu-livro-%C2%A8gestao-administrativa-em-seguranca-publica%C2%A8-e-assuntos-correlatos/

 
 
 
O Delegado entre vários assuntos importantes revela o princípio da criminalidade organizada: mano não mata mano, trabalham juntos para ganhar mais.



sábado, 21 de maio de 2011

Marcha da Maconha: Não sou usuária, mas apoio sua legalização, principalmente para fins terapêuticos.

Phermentumpurulentus's Blog 




MARCHA DA MACONHA: QUEM DIRIA, HOJE OS MACONHEIROS DERAM UM LIÇÃO DE CIDADANIA E CORAGEM DIANTE DA COVARDIA AUTORITÁRIA DAS AUTORIDADES

PHERMENTUMPURULENTUS | Maio 21, 2011 at 10:56 pm | Categorias: 

Estive hoje no conhecido movimento pelo debate sobre a legalização da CANNABIS. A reunião - fato jurídico em tese protegido pelo artigo 5o da Constituição Federal, editada em 05 de outubro de 1988, conhecida como "cdidadã" - iniciou-se sob a estrutura do MASP - Museu de Arte de São Paulo. Aproximadamente 500 pessoas convergiram para o local, a maioria jovens, mas vi também pessoas de idade mais avançada, inclusive mães com seus respectivos carrinhos de bebê, o que demonstrava, desde o início, a natureza do direito a ser exercido, e mais ainda a natureza das pessoas que propunham, através da reunião, o debate.

Juntei-me a eles pois senti-me absolutamente seguro imiscuído àquelas pessoas, senti-me acolhido, realmente o espírito que nos envolvia era o de paz. Diferentemente da energia que "exala" de dentro de uma Delegacia de Polícia", a energia que emergia daquelas pessoas era, além de envolvente, boa.

A caminhada, que propunha ocupar a pista da direita da Paulista, para que se fizesse a contento o "direito de manifestar-se" iniciou-se de maneira ordeira, inclusive, como dito, composta por mães e avós e bebês sorridentes e felizes, diante da energia já referida. De fato, a caminhada a que aderi lembrou-me a reunião feita pelos policiais civis em 2008, no mesmo vão do MASP, da qual participei e da qual me orgulhei em participiar, pedindo respeito ao trabalhador policial, de qualquer carreira, aliás a carreira era o que menos para mim importava.

Somente havia uma diferença entre a reunião dos policiais de 2008 e a que participei hoje: a energia desta última era melhor, as pessoas eram mais descontraídas, o medo não exitia, de nenhuma forma. Ninguém tinha medo de ser filmado, ninguém achava que estava cometendo qualquer crime, aliás, se reuniões como a que participei hoje constituem crime, entrego minha carteira vermelha.

Até que em determinado momento, já próximo à esquina da Consolação com a Paulista, percebi uma energia extremamente negativa, baixo astral mesmo, da pior espécie. Algo desestruturava o sistema que regia a reunião da qual participava: logo que percebi o que acontecia, não me surpreendi: a Polícia Militar do Estado de São Paulo, braço armado do governo paulista (em sentido amplo, envolvendo o Ministério Público, o Judiciário, o Executivo, o Comando Geral da PM, o Legislativo), posicionou-se como barreira, impedindo o livre trânsito dos poucos carros que ocupavam a dita via pública, haja vista tratar-se hoje de um sábado. Diante do fluir da reunião, ouvi tiros de calibre 12 direcionados aos que ali se reuniam, dispersando as pessoas de bem que ali estavam.

Alguns membros da reunião foram levados - exemplarmente - à Delegacia de Polícia, para os procedimentos de praxe, presididos pelo Bel.

Preferi sair com uma senhora que levava seu neto em um carrinho de bebê, a fim de que a energia que me consumia não se aviltasse diante da energia dos representantes do nosso arcaico Estado Democrático de Direito.

Gostaria de parabenizar todos que ali se reuniram, demonstrando fraternalmente controle diante do abuso de autoridade promovido pelo Desembargador que, na calada da noite, covardemente, cassou a decisão do Juiz que havia conferido o HC preventivo aos integrantes da Marcha da Maconha.


http://www.youtube.com/watch?v=kRj3RvHl6jg

sexta-feira, 20 de maio de 2011

15-M - "Cresce na Espanha a Revolução dos Indignados"

No Brasil, são milhões de indignados que ainda não conseguiram levar suas vozes às ruas. Muitos pais de famílias, desempregados e famintos, pior que isso, vendo seus filhos famintos, sem moradia, sem educação de qualidade. Pior ainda, assistindo diariamente parlamentares aumentando seus salários à casa dos 5 dígitos, reclamando do auxílio alimentação de R$ 300, 400 e até R$ 600 reais por mês (achando pouco) e também pelo vergonhoso benefício do auxílio moradia para quem tem um salário entre R$ 20 e 30 mil reais (será que com esse salário não podem pagar sua própria moradia???).

Em que país será que vivem esses pobres mortais parlamentares a que me refiro? Pobres sim. Pobres de espírito, de hombridade.

Cuidado! Vocês estão pisando sobre um povo sofrido e humilhado que quando resolver ir às ruas, passarão sobre vós como verdadeiros rolos compressores.

Nós, brasileiros, não aguentamos mais tanta corrupção, tanto descaso e humilhação.


Tânia - uma cidadã partidariamente posicionada à esquerda, mas que já está cansada de tanta desfaçatez.

Internacional

20 de maio de 2011 às 14:05

Ao vivo, na Espanha, a “revolução” da Porta do Sol






Cresce na Espanha a Revolução dos Indignados


O movimento que iniciou no dia 15 de maio, chamado 15-M ou a “revolução espanhola”, cresceu quinta-feira com panelaços que reuniram multidões em dezenas de cidades de todo o país para exigir a mudança de um sistema que consideram injusto. A revolta cresce a cada hora. Começou com uma convocatória nas redes sociais e internet para repudiar a corrupção endêmica do sistema e a falta de oportunidades para os mais jovens. A também chamada Revolução dos Indignados acusa, pela situação atual, o FMI, a OTAN, a União Europeia, as agências de classificação de risco, o Banco Mundial e, no caso da Espanha, os dois grandes partidos: PP e PSOE. O artigo é de Armando G. Tejeda, do La Jornada.




A Junta Eleitoral Central da Espanha proibiu em todo o país qualquer manifestação desde a zero hora de sábado até às 24 horas de domingo, dia das eleições municipais, em uma clara alusão às mobilizações do movimento cidadão Democracia Real Já que, desde o último domingo, ocorrem em repúdio ao modelo político e econômico vigente e que já se espalharam em escala nacional.

Alfredo Peréz Rubalcaba, ministro do Interior, declarou que o governo só esperava o pronunciamento da junta eleitoral para decidir se ordena à polícia dispersar os manifestantes. Enquanto isso, milhares de cidadãos indignados na Porta do Sol, em Madri, na Praça da Catalunha, em Barcelona, na Praça do Pilar, em Zaragoza, e no Parasol da Encarnação, em Sevilla, entre outras, voltaram a romper o cerco policial e, uma vez mais, repudiaram a política, banqueiros e empresários.

O movimento que iniciou no dia 15 de maio, chamado 15-M ou a “revolução espanhola”, cresceu quinta-feira com panelaços que reuniram multidões em dezenas de cidades de todo o país para exigir a mudança de um sistema que consideram injusto. A revolta cresce a cada hora. Começou com uma convocatória nas redes sociais e internet para repudiar a corrupção endêmica do sistema e a falta de oportunidades para os mais jovens e acabou se estendendo para a comunidade espanhola na Itália, Inglaterra, Estados Unidos e México, entre outros países.

No quinto dia de mobilizações a afluência aumentou sensivelmente, sobretudo em Madri e Barcelona, onde dezenas de milhares entoaram palavras de ordem durante horas. Uma delas advertia: se vocês não nos deixam sonhar, nós não os deixaremos dormir.

Os manifestantes desenvolveram métodos de organização através de comissões por setores – saúde, alimentação, meios de comunicação, etc. -, que decidem cada atividade. Nas assembleias gerais decide-se a estratégia e busca-se uma mensagem política unificada que mostrem as principais razões de descontentamento e protesto. Na quinta-feira, por exemplo, decidiu-se manter a mobilização até o próximo domingo, quando ocorrem as eleições locais, e, o mais importante, confirmar a convocatória para a manifestação deste sábado.

Mais tarde, a Junta Eleitoral Central declarou ilegais as concentrações, ao considerar que elas não se ajustam à lei eleitoral e excedem o direito de manifestação garantido constitucionalmente. De fato, desde o início da semana, todas as mobilizações, concentrações e marchas da “revolução espanhola” foram declaradas ilegais pela Junta Eleitoral de Madri. Em resposta, o número de indignados se multiplicou.

Depois de conhecer a decisão da Junta Eleitoral Central, o movimento cidadão decidiu simplesmente manter o acampamento, ao mesmo tempo em que ecoou um grito unânime: não nos tirarão daqui, vamos ganhar esta revolução. Em seguida, foi lido o manifesto original do movimento em uma dezena de idiomas. O texto aponta a classe política e os meios de comunicação eletrônicos como os grandes aliados dos agentes financeiros, os causadores e grandes beneficiários da crise. Advertem que é preciso um discurso político capaz de reconstruir o tecido social, sistematicamente enfraquecido por anos de mentiras e corrupção. “Nós, cidadãos, perdemos o respeito pelos partidos políticos majoritários, mas isso não equivale a perder nosso sentido crítico. Não tememos a política. Tomar a palavra é política. Buscar alternativas de participação cidadã é política”.

A também chamada Revolução dos Indignados acusa, pela situação atual, o Fundo Monetário Internacional, a Organização do Tratado do Atlântico Norte, a União Europeia, as agências de classificação de risco, o Banco Mundial e, no caso da Espanha, os dois grandes partidos: o direitista Partido Popular (PP) e o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), de centro-esquerda.

A reação da direita

Desde a esquerda, há tentativas de aproximação aos indignados. O líder do governo, José Luis Rodríguez Zapatero, disse que é preciso escutar e ter sensibilidade porque há razões para a expressão desse descontentamento e dessa crítica. O líder da Esquerda Unida, Cayo Lara, defendeu o fim da submissão e do bipartidarismo, propiciado pela atual lei eleitoral.

Mas o setor duro da direita política e midiática reclamou com insistência a atuação policial para acabar com todas as mobilizações, sobretudo na Porta do Sul, e pediu inclusive ao Ministério do Interior para que adotasse meios violentos para assegurar esse fim. Uma das imagens do dia (quinta-feira) foi a do ex-ministro da Defesa durante o governo de José María Aznar, Federico Trillo, insultando com o dedo um grupo de cidadãos da revolução dos indignados.

As desqualificações mais fortes vieram, porém, dos meios de comunicação conservadores e da televisão pública de Madri, que acusaram o movimento de ser comunista, socialista, antissistema e de ter relação com o ETA. Um dos ideólogos da direita, César Vidal, foi mais além e depois de chamar, depreciativamente os manifestantes de “perroflautas” (tribo urbana também conhecida como ‘pés pretos’, formada por punks, anarquistas, hippies e ‘gente desocupada’), assegurou que estes jovens mantém contato regular com o Batasuna-ETA e que receberam cursos de guerrilha urbana, da Segi (organização de juventude da esquerda basca).

O movimento cidadão tem seu próprio canal de televisão, que transmite sem cessar as imagens da Porta do Sul (www.solttv.tv).


Tradução: Katarina Peixoto

quinta-feira, 19 de maio de 2011

PEC 300/446 - No dia 31 de maio, será lançada a Frente Parlamentar em Defesa da PEC 300.

http://www.camara.gov.br/internet/radiocamara/?lnk=1826-PEC-QUE-CRIA-PISO-NACIONAL-PARA-POLICIAIS-E-BOMBEIROS-SERA-DEFENDIDA-POR-FRENTE-PARLAMENTAR-129&selecao=MAT&materia=120004&programa=41 

 

Últimas Notícias 

 


18:26 - PEC que cria piso nacional para policiais e bombeiros será defendida por frente parlamentar (1'29'')

 


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No dia 31 de maio, será lançada a Frente Parlamentar em Defesa da PEC 300. No mesmo dia, será realizada audiência na Comissão de Segurança Pública para discutir a proposta em tramitação desde 2008.

Originalmente, os defensores da PEC queriam que os policiais e bombeiros militares recebessem o mesmo salário da categoria pago no Distrito Federal. Depois, a proposta foi apensada a outra PEC (PEC 446/09) que determina apenas a necessidade de um piso salarial para esses profissionais.

O autor da PEC 300, deputado Arnaldo Faria de Sá, do PTB de São Paulo, diz que a proposta é justa porque os policiais se expõem diariamente a risco de morte para defender a população de bandidos, colocando em risco inclusive a vida de seus familiares.

O deputado Delegado Protógenes, do PC do B de São Paulo, lembrou que atualmente os policiais vivem acuados em determinadas cidades. O deputado diz que a Frente Parlamentar é importante para priorizar a segurança pública, ao lado da saúde e da educação.

"Essa discussão prioritária se passa na uniformização de um piso mínimo nacional de salário para os policiais militares, trazendo a realidade também de mais verbas orçamentárias para o segmento da segurança pública. A exemplo de outros segmentos, a segurança pública se tornou um dos pilares de sustentação do Estado brasileiro, em que sair de casa hoje é tormentoso para o trabalhador e a trabalhadora."

Como se trata de uma proposta de emenda constitucional, o piso para os policiais precisa ser votado em dois turnos, com 308 votos favoráveis em cada um.

De Brasília, Karla Alessandra.


segunda-feira, 25 de abril de 2011
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Túlio Kahn - São Paulo na zona epidemiológica

Nada como não ter mais o 'rabo preso'. Agora, a verdade vem à tona.

É o feitiço virando contra os 'feiticeiros'.

Tânia 

 

BLOG DO TÚLIO KAHN

http://tuliokahn.blogspot.com/2011/05/taxa-de-homicidio-dolosos-em-sao-paulo.html

terça-feira, 17 de maio de 2011



taxa de homicídio dolosos em São Paulo volta a ficar acima de 10:100 mil em abril

Os jornais anunciaram com alarde alguns meses atrás que São Paulo estava finalmente abaixo da zona epidemiológica de homicídios, definido em 10:100 mil.

Quem acompanha os dados sabe que, tomado um mês isoladamente, não foi a primeira vez que isto aconteceu nos últimos anos. Com efeito, a taxa de homicídios dolosos oscila em torno de 8,6:100 mil e 12,3:100 mil desde 2008...

Se tomarmos a população do Estado hoje (Seade, 41.586.768) vemos que a taxa de homicídios (356 em números absolutos em abril) volta a subir para 10,27. Em termos nacionais a taxa é invejável e, modéstia a parte, contribui de alguma maneira para o resultado.

Não vi nenhum jornal anunciar a volta de SP a zona epidemiológica de homicídios. Nem faz sentido fazer alarde sobre isso pois a taxa deve continuar oscilando em torno de 10 nos próximos meses.