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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Ahhhhhhh, paaaaaaaaaaara com isso!!!!!!

Tem servidor que recebe entre 20 e 29 mil com auxílio moradia entre R$ 2,5 mil e R$ 4,9. Outros, recebem auxílio alimentação de marajá e ainda reclamam.

Eu sou policial há 24 anos, não tenho casa própria (pago R$ 800,00 de aluguel), meu salário é baixíssimo para uma profissão de alta periculosidade (cerca de R$ 2,5 líquido) e não tenho auxílio alimentação.
Não, não, não, não, não. Isso é um absurdo! É uma verdadeira INVERSÃO DE VALORES.
Quem ganha menos é que precisa de MAIORES benefícios. O servidor que recebe R$ 15, 20, 30 mil reais, certamente, tem condições de pagar sua moradia e sua alimentação. Será que não????????? Em que mundo eles vivem????????
  Não...melhor, em que mundo EU vivo?????


Tânia - escripol quase FAVELADA em São Paulo



Nacional

13/05/2011

No Senado...

Tíquete de R$ 940 »





Os servidores do Senado e da Câmara dos Deputados querem receber valor maior do auxílio-alimentação: R$ 940. A quantia atual, de R$ 638 e R$ 670 mensais, respectivamente, é considerada defasada em comparação com os demais Poderes da República. É o que alega o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis) nos dois ofícios enviados ontem à direção das duas Casas. “Vários órgãos do Executivo e do Judiciário já propiciaram as devidas correções. O TCU, onde o benefício é de R$ 740,96, fez a correção em janeiro deste ano”, argumentou o sindicato.

No Executivo, o auxílio-alimentação foi reajustado no ano passado, depois de ficar congelado por seis anos. O novo valor fixado, de R$ 304, corresponde a menos da metade do que o Senado paga atualmente. O Ministério do Planejamento unificou o auxílio para todos os servidores do Executivo. Até a correção, em fevereiro do ano passado, eles recebiam entre R$ 126 e R$ 162, conforme a região.
No Judiciário, o valor do benefício varia atualmente de R$ 590 a R$ 710, conforme o tribunal. Os servidores da Justiça do Trabalho recebiam, por exemplo, R$ 384 até dois anos atrás. Hoje, embolsam R$ 590. Na Justiça Federal, o valor é, em geral, de R$ 630, mas os funcionários dos tribunais superiores, como Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ), embolsam R$ 710. O vale-alimentação não é pago a ministros e juízes. No Ministério Público Federal, o procurador da República recebe  R$ 630, como os demais servidores do órgão.

Fonte: Correio Braziliense

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Culinária Mundial I - Versão Vegana

Para o Fê e para a Boo, meus queridos amiguinhos.

Fê, leva a Boo para assistir essa aula. Quem sabe ela se anima?????

Beijinhos da Taninha

http://luisapedepera.blogspot.com/2011/05/culinaria-mundial-i.html 

segunda-feira, 2 de maio de 2011


Culinária Mundial I


Olá!
Escrevo pra contar que dia 29 tem curso de culinária com receitas de várias partes do mundo em versão vegana!
Todas as receitas bem fáceis de preparar e deliciosas!
Venha aprender passo a passo e se deliciar no final!

Culinária Mundial Versão Vegana Parte I
Com Luisa Pereira

29 de Maio das 14 as 19h
Centro - São Paulo

- Bruschetta - Italia
- Kibe - Líbano
- Panquecas - França
- Tofu Xadrez - China
- Estrogonofe - Russia
- Brigadeiro - Brasil

Investimento R$ 60,00
( Curso + Apostila + Degustação )

Informações e inscrições:
veganas@gmail.com

Local: Salão do Edifício Samambaia
Na Rua 7 de Abril, 412 (encostado no metrô República)
São Paulo

Lula é e sempre será o 'cara'.

Lula. Esse é meu ETERNO presidente. Assim como eu, muitos te amam presidente.

 http://www.revistaforum.com.br/blog/2011/05/10/lula-so-e-o-cara-porque-e-o-cara/

Lula só é o cara, porque é o cara

 Ontem meu amigo Ênio, do blog O PTrem das 13, me ligou à noite feliz da vida. Ele havia sido contatado por um assessor do Instituto da Cidadania. A mensagem era que o ex-presidente Lula lhe convidada para um papo hoje às 16h.
Ele estava feliz e eu fiquei emocionado.
Conhecia o blog de Ênio e seus ferinos posts, mas só tive o prazer de encontrá-lo pessoalmente no I Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, no ano passado. E aprendi a admirá-lo quando fazia a mediação de uma das mesas do Encontro e de repente um grito irrompeu no auditório. Era ele perguntando como poderia fazer a sua pergunta.
Ênio tem uma doença crônica que o faz perder a força nos músculos. Por isso atualmente utiliza uma cadeira de rodas para se deslocar. Como o auditório do Sindicato dos Engenheiros (ironia das ironias) tem sérios problemas de acessibilidade, ele não tinha como chegar ao microfone. Sua fala foi dura. Ele estava num canto do salão, único lugar que não tinha rampa, e disse que se sentia ali como uma galinha num puleiro.
Depois daquilo fui conversar com ele e conheci uma figura aguda, de humor sagaz.
Mais recentemente, no I Encontro dos Blogueiros Progressistas de São Paulo, o encontrei novamente. Ele me disse que o jornalista Ricardo Kotscho havia falado dele para Lula e que o ex-presidente havia manifestado a intenção de conhecê-lo. O que vai acontecer hoje.
Aí eis que abro o administrador do meu blogue para liberar comentários e surge um enviado pelo Gil Teixeira que foi publicado no Blog Amigos do Presidente Lula.
“Foi o parabéns mais emocionante que recebi em toda minha vida. Eu atendi o telefone e falaram que alguém queria falar comigo. Quando ouvi a voz do Lula, achei que era algum comediante”, disse Reis, que é presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).
Lula ligou ontem às 18h45 para parabenizar o professor Toni Reis, 46, e o tradutor David Harrad, 53. Eles oficializaram em cartório a união que tem 21 anos.
Lula não saiu do governo com 84% de aprovação à toa. Sua sensibilidade política e a sua dimensão humana é que lhe tornam o cara. Ele só é o cara, porque é o cara. Se estivesse no tuiter poderia colocar uma hastag assim #prontobabei. Mas dessa vez Lula merece isso em dobro.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Jacqueline Sinhoretto nos fala sobre o sistema de justiça criminal brasileiro.

Jacqueline Sinhoretto
 
São Carlos (SP)
 
professora adjunta da Universidade Federal de São Carlos / Departamento de Sociologia. Tem experiência em Sociologia da Administração da justiça e Sociologia da Violência, atuando principalmente nos seguintes temas: administração institucional de conflitos, acesso à justiça, violência, segurança pública, sistema de justiça.

Jacqueline Sinhoretto nos fala sobre o sistema de justiça criminal brasileiro. 

Seu novo livro entitulado "A justiça perto do povo: reforma e gestão de conflitos"   publicado pela editora Alameda, tem previsão de lançamento para este ano.
Sobre o que fala seu novo livro?
O livro é o resultado da pesquisa que conduzi para o doutorado em sociologia sobre os Centros de Integração da Cidadania - CIC e que me permitiu conduzir uma análise do campo estatal de administração de conflitos, em suas peculiaridades nacionais
Desde quando a senhora trabalha com administração de conflitos?
Foi essa pesquisa de doutorado que me deu oportunidade para dar um salto referente às minhas pesquisas sobre administração de conflitos. Usualmente, as pesquisas sobre o sistema de justiça se atêm às divisões institucionais internas do sistema. É difícil encontrar trabalhos que analisem transversalmente a questão. Eu tive a oportunidade de analisar o CIC, que é usualmente localizado em periferias, onde diversas instituições pertencentes ao campo da justiça atendem ao mesmo tempo: polícia civil, polícia militar, promotoria, juizado e a mediação alternativa dos conflitos. Por ter a oportunidade de observar este cenário, ficou evidente a riqueza de estudar estas instituições levando em consideração que elas estão disputando os mesmos “clientes”, digamos assim, já que estas atraem determinados tipos de pessoas e de conflitos, assim como dispensam outros tipos de clientes nos quais as instituições não têm interesse. A experiência do CIC, por mais que não impacte o sistema de justiça como um todo, trouxe à pesquisa a possibilidade de verificar o trânsito e as fronteiras entre os conflitos e seus atores pelo sistema de justiça. 
 
E o que seu estudo, que atuou de forma transversal, pôde concluir?
Esta situação nos mostra que algumas instituições conseguem, mais do que outras, delimitar seu campo de atuação, se preservando melhor de tratar demandas de difícil codificação jurídica. Por exemplo, o judiciário não realiza atendimento ao público, as demandas que ingressam são sempre já codificadas e selecionadas segundo o tipo de demanda que pode ser atendida. Por outro lado, a polícia consegue selecionar muito pouco os seus “clientes”, já que, a todo momento, as pessoas estão solicitando ajuda a esta instituição, e em diversas vezes pedem ajuda em questões que a polícia não pode ou não está preparada par atuar. Muitas vezes, os policiais realizam um trabalho de triagem e encaminhamento a outras instituições, ou seja, precisam lançar mão de um saber próprio para indicar a melhor instituição para aquela determinada demanda, e este tipo de surpresa não ocorre para o juiz. Porém, em grande número de demandas, a polícia procura administrar o conflito por vias informais, de maneira que boa parte do seu trabalho é dedicada a atendimentos e procedimentos que não possuem amparo legal e nem registro oficial, mas responde a uma demanda concreta de cidadãos que a procuram. 
 
E essa “falta de triagem” da instituição policial prejudica o trabalho dos policiais?
Este é um dos motivos pelo qual se critica a atuação dos policiais, já que eles têm poucos mecanismos institucionais de proteção das demandas indesejadas, e isso pode prejudicar o atendimento satisfatório a todas as pessoas que os procuram. Além disso, há aquelas pessoas que procuram o trabalho da polícia visando um tratamento informal do conflito. A ilegalidade e a informalidade, em certos casos, são propostos pelos próprios usuários do serviço, que querem administrar conflitos fora da justiça, e buscam o aparato policial com a intenção de dar um “susto” na pessoa com quem está vivendo determinada tensão. É uma cultura jurídica que não pode ser encarada apenas como um defeito do sistema, como exceção, mas como um padrão, já que muitos pensam a polícia como um braço do Estado autorizado a resolver conflitos através da violência ilegal. Há no trabalho informal de administrar conflitos que a polícia realiza todos os dias – embora isto não esteja codificado e descrito como sua função institucional – a administração simultânea de dois monopólios constitutivos do campo jurídico no Brasil: o monopólio clássico que é o da administração legítima da violência e o monopólio estatal de “direito a dizer o direito”. Ou seja, no Brasil, a polícia atua largamente como instância socialmente reconhecida de administração de conflitos, disputando espaço com as demais instâncias estatais de justiça. Porém, como essa atuação não é legalmente balizada e codificada, o saber e as categorias que orientam a ação da polícia na administração dos conflitos quase nada tem a ver com a lei, os direitos fundamentais dos indivíduos definidos na Constituição. Por isso, eu passei a chamar a atenção para a complexidade existente no campo estatal de administração de conflitos no Brasil, onde o direito estatal não é apenas aplicado, mas constantemente posto à prova, discutido, construído e destituído. Dito de uma forma mais simplificada: quando muitas pessoas procuram na polícia a ajuda para resolver seus conflitos, elas estão legitimando o Estado como a melhor via para isso; porém, ao procurarem o Estado, nem sempre elas encontrarão a administração de seus conflitos pela via do direito, nem sempre encontrarão as categorias da cidadania operando as soluções obtidas. E me parece que esta questão, própria da experiência brasileira, torna nebulosa toda a discussão sobre formas alternativas de administração de conflitos no âmbito estatal, como a mediação, por exemplo. Pois, historicamente, o “alternativo” sempre existiu dentro do oficial e acaba colonizando as experiências inovadoras com um saber-fazer tradicional que não está informado pelas categorias da cidadania, da igualdade. 
 
Leia mais:
http://www2.forumseguranca.org.br/content/entrevista-do-m%C3%AAs

sábado, 7 de maio de 2011

No HC, paciente com plano de saúde é VIP


NEOLIBERALISMO TUCANALHA: O HOSPITAL DAS CLÍNICAS - PROPRIEDADE PÚBLICA - ESTÁ A SERVIÇO DOS CONVÊNIOS PRIVADOS DE SAÚDE

 

rcguerra | 07/05/2011 at 13:59 | Categories: Sem-categoria | URL: http://wp.me/p67Nx-73I
 
No HC, paciente com plano de saúde é VIP 

Enquanto os clientes com convênios médicos são rapidamente atendidos, os pacientes do SUS enfrentam filas

Anúncio de que hospital quadruplicará serviços prestados a convênios preocupa pessoas que não têm plano de saúde

LAURA CAPRIGLIONE
DE SÃO PAULO
LUCCA ROSSI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Você chega por uma alameda arborizada, entra em um prédio limpo, bem iluminado, com funcionárias gentis em uniformes impecáveis.
Sentado em confortável cadeira anatômica, você olha para a figueira secular em um jardim interno decorado em estilo oriental. Com atraso de 25 minutos, o médico, um professor da prestigiosa Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, chama-o para a consulta.

Não, não se trata do hospital Sírio-Libanês, do Albert Einstein ou congênere. O hospital top de linha descrito é o símbolo da medicina pública paulista, o Hospital das Clínicas, na zona oeste de SP.

Esse pedaço do HC, na rua Doutor Ovidio Pires de Campos, atende a doentes com planos de saúde. Na fachada do prédio, lê-se: "Central de Convênios". Ali não é lugar para gratuidades.

Na porta do Instituto de Ortopedia e Traumatologia, que fica na mesma rua da Central de Convênios, acontece o seguinte diálogo:
"Eu gostaria de passar por uma consulta. Dor na coluna." A moça na portaria indaga: "Onde a senhora mora?".
"Pinheiros."
"Tem encaminhamento? Passou pela UBS [posto de saúde] antes? Não? Então não tem jeito. Sem encaminhamento, não tem como ser atendido."
"Mas não tem atendimento para plano de saúde?"
"A senhora tem plano? Por que não disse antes? É só subir ao primeiro andar."
Dez minutos depois, a paciente sai do prédio com a consulta marcada para o dia 1º de junho, às 14h30, em um ambulatório que serve exclusivamente aos convênios.

No setor destinado ao SUS (térreo do mesmo prédio), lotado na quinta-feira, a paciente I., desempregada, 60 anos, portadora de múltiplos tumores ósseos, é uma entre mais de cem pessoas a esperar sua consulta. I. conta que já teve de aguardar um ano por uma ressonância magnética. Resultado do exame nas mãos, esperou mais seis meses pela consulta.

No setor de convênios, tudo voa. A paciente pergunta ao atendente quanto tempo teria de esperar entre uma indicação de cirurgia e a operação propriamente dita. Resposta: "No máximo, 15 dias."

Os pacientes SUS estão apreensivos com o anúncio feito pelo superintendente do HC, Marcos Fumio Koyama, de que quadruplicará nos próximos quatro anos o número de serviços prestados a convênios. Hoje, 3% dos atendimentos são vendidos aos planos. A previsão é atingir 12%.

Para a enfermeira aposentada M., 60, com diverticulite (inflamação na alça do intestino), "os planos de saúde já dispõem de mordomias demais no HC. Não é justo pacientes que só contam com o SUS terem de esperar enquanto doentes com convênios, com todas as opções que têm, passam na frente".

A Folha testou, na última terça-feira, os prazos para marcação de consultas no setor de convênios.

Dor no joelho? Consulta dali a três dias. Ansiedade? Consulta com psiquiatra geral seis dias depois. Uma tomografia de tórax? O Instituto de Radiologia providencia em três dias.

Somos vítimas da competência, diz hospital

DE SÃO PAULO

Em nota oficial, o Hospital das Clínicas disse ser ""vítima" de sua própria competência". "Por ser considerado referência em assistência hospitalar e por ter, em seu quadro médicos renomados, entre os melhores do país, o HC recebe um grande volume de pacientes, vindos (...) até de outros Estados".
"O tempo médio de espera depende do tipo de exame e consulta, e do número de pessoas que necessitam de exames e consultas, independentemente de ser via SUS ou plano de saúde suplementar", afirma o texto.

O hospital não admite que haja diferenças nos prazos.

Quanto às diferenças de instalações, a nota as atribui à necessidade de fazer um "controle melhor pelos centros financeiros". Apesar disso, diz o HC, o atendimento de todos os pacientes "é igual, sem diferenciação de procedimentos, equipamentos, corpo clínico e hotelaria".

"É importante ressaltar que 11% de todos os pacientes atendidos gratuitamente no Hospital das Clínicas possuem algum tipo de convênio ou plano de saúde, onerando o SUS e retirando recursos da assistência pública", diz.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

DEMOCRACIA e LIBERDADE DE EXPRESSÃO - Ainda há esperança!

Desvio de finalidade

MPF acusa superintendente e corregedor da PF no Rio de intimidar delegado que denunciou irregularidades

 

Publicada em 05/05/2011 às 19h34m

O Globo


RIO - O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) ajuizou ação por improbidade administrativa contra o superintendente regional em exercício da Polícia Federal no Rio, Nivaldo Farias, e o corregedor da PF-RJ, Luiz Sérgio de Souza Góes. Eles são acusados de intimidar um delegado que testemunhou num inquérito civil público do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial do MPF/RJ. O GLOBO tentou entrar em contato com a assessoria de comunicação da Polícia Federal, mas não obteve resposta. 

De acordo com o MPF, eles teriam instaurado um processo disciplinar contra o delegado que teria relatado irregularidades no Setor de Inteligência da Polícia Federal no Rio. Os dois responderão por desvio de finalidade, e estão sujeitos às penas fixadas pela lei de improbidade administrativa (8.429/92), como perda da função pública, suspensão dos diitos políticos e pagamento de multa.
A ação foi proposta pelos procuradores da República Fábio Seghese e Marcelo Freire, e tramita na 18ª Vara Federal do Rio de Janeiro. O inquérito em que o delegado intimidado prestou esclarecimentos ao MPF apura sinais de ineficiência da PF/RJ no combate ao tráfico de drogas e armas e na produção e circulação de informações de inteligência. 

"O objetivo do poder disciplinar é reprimir o desvio de conduta, e não blindar a cúpula das instituições contra a atuação dos órgãos de controle", afirmaram em nota os procuradores responsáveis pela ação.

Utilidade Pública: Serviços do DETRAN passam a ser feitos em postos do Poupatempo

Para facilitar a vida do cidadão, quatro serviços do Detran-SP serão realizados em alguns postos do Poupatempo.

São eles: cadastro para 1ª habilitação, adição de categoria, mudança de categoria e reabilitação de condutor.
 
Antes de comparecer ao Poupatempo, o cidadão precisa realizar um pré-cadastro no site http://www.e-cnhsp.sp.gov.br, onde será feita a seleção do local e data para o atendimento.