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terça-feira, 3 de maio de 2011

Governo autotitário, totalitário demite Delegado Blogueiro Progressista

O delegado Roberto Conde Guerra, administrador do Blog Flit Paralisante,  foi demitido.
Hoje, muitos policiais honestos que tinham apenas 'sua voz' como arma contra a falta de gestão em SEGURANÇA PÚBLICA no estado, calaram-se indignados e tristes com mais um ato covarde contra a liberdade de expressão desse governo 'Piiiiiiiiiiiiii' (sob censura) existente em São Paulo. Aqui, policial bom, tem que trabalhar 'vendado e amordaçado'.


Tânia



SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
Decretos de 2-5-2011
Aplicando a pena de demissão, nos termos dos
arts. 67, V, 69, 70, I, e 74, II, da LC 207-79, com as
alterações editadas pela LC 922-2002, e à vista do que
consta no processo DGP-2.178-08-SSP – vols. I a III, a
Roberto Conde Guerra, RG 5.862.836, Delegado de
Polícia de 2ª Classe, efetivo do Quadro da Secretaria da
Segurança Pública.
Reintegrando, em cumprimento ao acórdão prolatadA

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Milk News TV - "A INSEGURANÇA PÚBLICA DE SP"

Comparando o 4º trimestre de 2010 com o 1º trimestre de 2011, houve um aumento de 56% em LATROCÍNIO, ou seja, roubo seguido de morte, no estado de São Paulo. No último trimestre de 2010, no estado, ocorreram 50 latrocínios e, no primeiro trimestre de 2011, foram 78 casos. Isso é o que divulgam, não é mesmo?

Além disso, não acredito nesses números haja vista que o estado de São Paulo tem 645 municípios, com cerca de 41 milhões de habitantes. Então, 50, 78 latrocínios num trimestre?????? Ahhhhhhhh, querem enganar a quem????? Não dá para engolir!

Tânia

http://www.ssp.sp.gov.br/estatistica/plantrim/2010-04.htm
http://www.ssp.sp.gov.br/estatistica/plantrim/2011-01.htm


"A INSEGURANÇA PÚBLICA DE SP"

  Viaturas sucateadas, viaturas sem combustível, falta de policiais, salário de fome.Esse é o retrato da INSEGURANÇA PÚBLICA DE SP.
João Leite Neto  comenta e avisa:"Passarinho que come pedra...

 

PC / Alagoas - Greve da Polícia conquista adesão total dos policiais civis

http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/nordeste/noticia/2011/04/27/greve-da-policia-civil-em-alagoas-garante-adesao-total-268574.php

28/04/11 - Alagoas


Foto: Josiane Calado      Greve da Polícia conquista adesão total dos policiais civis

   
    O Sindpol parabeniza os policiais civis pela greve, deflagrada desde segunda-feira (26), a qual conta com adesão total da categoria na Capital e no interior de Alagoas.
   
    O presidente do Sindpol, Carlos Jorge da Rocha, destaca a unidade dos policiais para manter fortalecido o movimento paredista, apesar das ameaças por parte do governo, e ressalta que o movimento será vitorioso se os policiais continuarem mantendo a greve fortalecida.
   
    O sindicato também convoca toda a categoria para participar das atividades promovidas pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) no dia 1° de maio, Dia do Trabalhador. A concentração a partir das 9 horas, no Posto Sete, na Jatiúca.
   
    O governo ainda não acenou com nenhuma negociação junto aos policiais civis. A orientação do Sindpol é que os policiais civis parem todos os serviços, inclusive as prisões em flagrantes, que em greves anteriores eram mantidas, mas por conta da decisão antecipada de ilegalidade do movimento paredista também estão suspensas.
   
    Os policiais civis de Alagoas estão sem reajuste salarial há dois anos. A categoria reivindica piso salarial de 60% da remuneração do delegado de polícia. Atualmente, o policial em início de carreira ganha R$ 1.800,00 e o delegado R$ 12.000,00.
   
   
   
    Assembleia unificada

    Milhares de policiais cobram melhoria salarial em passeata

    Policiais militares decidem aquartelamento a partir do dia 2, caso governo não atenda a reivindicação
   
    Quase três mil policiais civis, militares e agentes penitenciários saíram em passeada pelo Centro de Maceió mostrando a força da unificação da luta dos profissionais de segurança pública contra o descaso do governador Teotônio Vilela Filho com os salários das categorias.
   
    A passeata ocorreu após a realização da assembleia unificada dos policiais militares, na Praça Marechal Deodoro, em frente ao Tribunal de Justiça, na última terça-feira (27). O Movimento Unificado dos Profissionais de Segurança Pública voltou a recusar a proposta salarial de 5,91% do Governo do Estado e exigir dignidade salarial.
   
    Os manifestantes teceram críticas ao Judiciário Alagoano que vem reprimindo os movimentos paredistas em Alagoas. O diretor da Cobrapol, José Carlos Fernandes Neto, o Zé Carlos, reafirmou a unidade dos policiais, destacando que se prender um policial, terá que prender todos.
   
    Durante as exposições das lideranças, o diretor Financeiro do Sindpol, Antonio Zacarias, defendeu a atenção aos contratos e reformas realizadas pelo Governo do Estado. O sindicalista citou o contrato sem licitação de R$ 5,278 milhões com a empresa Macroplan – Prospectiva, Estratégia e Gestão para prestação de serviço de assessoramento e as reformas desnecessárias e orçamentos suspeitos nas delegacias de Maceió, quando a maioria já havia passado por reformas recentes.
   
    Pleitos
    Os policiais civis estão em greve reivindicando 60% da remuneração dos delegados de polícia. Já os militares querem reajuste salarial de 7%, correção dos quinquênios e perdas salariais corrigidos por ação na Justiça e que, até agora, desde o governo passado, não foi implantado. “A tropa está insatisfeita. O problema é que temos uma hierarquia a seguir, senão já estaríamos parados como os policiais civis” - declarou cabo José Soares, presidente da Associação de Cabos e Soldados.
   
    O presidente da Associação dos Oficiais Militares, major Wellington Fragoso, declarou que o prazo para um posicionamento definitivo por parte do governo, no que se refere a um novo percentual de reajuste diferente dos 5,91%, se vence na sexta-feira (29). “Caso não seja positivo, sairemos para as ruas. Será aquartelamento ou Operação Padrão” - disse Fragoso.
   
    Ao chegar a frente ao Palácio do Governo, as lideranças militares, a exemplo do presidente da Associação dos Praças, Wagner Simas, informaram que se o governo não atender o pleito dos militares, os policiais vão se aquartelar. O presidente da Associação dos Agentes Penitenciários, Jarbas Souza, informou que os agentes penitenciários entrarão em greve a partir do dia 2 de maio.
   
    A passeata se encerrou com um cerco dos policiais civis, militares e agentes penitenciários ao redor do Palácio do Governo, simbolizando a prisão do governo pelos 8.198 assassinatos em quatro anos.
   
   
    1º de Maio: Sindpol convoca policiais para atividades no Dia do Trabalhador
   
   
    O Sindpol convoca os policiais civis para participar das atividades comemorativas ao Dia do Trabalhador, que ocorrerá a partir das 9 horas, no Posto Sete, Praia de Jatiúca.
   
    Na programação, as entidades sindicais e movimentos sociais planejam realizar uma grande passeata que vai partir do Posto Sete até o Alagoinhas, na Ponta Verde. Os manifestantes vão fazer um bolo no valor R$ 5,91 - valor que simboliza o percentual de aumento para o funcionalismo público proposto pelo governo – para dividir entre os participantes.
   
    De acordo com o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/AL), Isac Jackson, os trabalhadores vão fazer uma parada simbólica em frente ao prédio onde o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) reside. Lá, eles vão partir o bolo e fazer a divisão entre os servidores. A intenção é chamar a atenção do Executivo para as reivindicações gerais e específicas das categorias.
   
    Na programação, haverá a V Corrida do Trabalhador e encerramento com atrações musicais de ZM e Trio Nó Cego.
   
    Operação Padrão
    Delegado se recusa a ir ao local do crime, policiais fazem BO
   
    Os policiais civis da Delegacia de Homicídio foram convocados para fazer o levantamento de homicídio, ocorrido no dia 22 de abril. Ao solicitar o acompanhamento da autoridade policial, o delegado que fazia plantão na Central de Polícia, recusou-se, alegando que o Código do Processo Penal não deixava claro que é dever dele ir ao local do crime.
   
    Para se resguardar, o policial civil fez um Boletim de Ocorrência, citando o artigo 6° do CPP. O diretor Financeiro do Sindpol, Antonio Zacarias, elogiou a coragem do policial, destacando que dessa forma, o policial está conquistando sua valorização. “Dessa forma, o policial acaba com essa cultura negativa de “dá um jeitinho” para resolver os problemas da segurança pública, reflexo dessa política equivocada do governador Téo Vilela e do seu vice Thomaz Nono. O descaso com a investigação é o que faz crescer assustadoramente o número de homicídios no Estado”, alerta.
   
   
    Greve é intensificada no Deic e na Delegacia das Mulheres
   
    O comando de greve visitou os policiais da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), da Delegacia das Mulheres, do Instituto de Identificação e da Central de Inquéritos, promovendo um trabalho de conscientização.
   
    No Deic, os policiais estão sofrendo pressão para trabalhar. O diretor da Cobrapol, José Carlos Fernandes Neto, o Zé Carlos, destacou que não dá mais para improvisar, de fazer diligência com colete à prova de bala com prazo vencido. “O policial não pode utilizar seus equipamentos e armamentos pessoais como o notebook, armas e munições. Veja os 8.200 homicídios em quatro anos em Alagoas. Isso representa uma cidade dizimada”, alertou.
   
    Para o 2° vice-presidente, Edeilto Gomes, o Estado tem que apresentar uma proposta de valorização dos servidores. “Da forma como está, não teremos condição de garantir nossas vidas, imagine como fica a população”
   
    O presidente do Sindpol, Carlos Jorge da Rocha, reforçou o engajamento dos policiais na greve, destacando que a categoria tem que fazer: trabalho zero.
   
    Os sindicalistas também conversaram com a chefe de Operações da Delegacia das Mulheres quanto à adesão ao movimento grevista. A policial disse que só estava terminando de atender as intimações antes da deflagração da greve. Segundo ela, nenhuma intimação foi entregue após a greve. A chefe manteve seu compromisso com a luta dos policiais por melhoria salarial e condições dignas de trabalho
   
    O governo ainda não acenou com nenhuma negociação junto aos policiais civis. A orientação do Sindpol é que os policiais civis parem todos os serviços, inclusive as prisões em flagrantes, que em greves anteriores eram mantidas, mas por conta da decisão antecipada de ilegalidade do movimento paredista também estão suspensas.
   
    O mesmo trabalho de conscientização e fortalecimento do movimento grevista foi feito no Instituto de Identificação e na Central de Inquéritos.
   
   
Direto de Maceió,
    Jornalista Josiane Calado

SOS Fauna - Ação de conscientização é realizada em São Paulo

http://www.sosfauna.org/index.php

Ação de conscientização é realizada em São Paulo


A agência Media Contacts promoveu em São Paulo uma ação que constituiu em prender as pessoas por um tempo em elevadores. Ao sair do elevador, as mesmas recebiam um folheto da SOS Fauna com o seguinte texto: "Se ficar preso por alguns segundos já é assustador, imagine por toda a vida", remetendo às situações que os animais vítimas do tráfico sofrem. Assista e compartilhe!

a sos fauna

A SOS Fauna é uma Organização Não-Governamental, sem fins lucrativos, que atua na defesa e conservação da fauna silvestre brasileira.
Nossa principal missão é combater o tráfico de animais silvestres, promovendo a recolocação dos espécimes vítimas do comércio ilegal em seus biomas e regiões de origem. Nossas principais áreas de atuação são:
  • Repressão ao TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRES no Brasil;
  • Primeiros Socorros a animais silvestres vítimas do tráfico no momento da apreensão;
  • Recuperação e reabilitação de avifauna silvestre apreendida;
  • Estudos de viabilidade para solturas;
  • Desenvolvimento de trabalhos junto ao Ministério Público e Judiciário, fornecendo suporte para um melhor entendimento do problema.
Saiba Mais
  

terça-feira, 26 de abril de 2011

Os empregados do povo


Desde quando li esse texto, no ano passado, já o encaminhei a milhares de pessoas. Além de, sempre que possível, abordar a questão em rodas de amigos. Pois trata-se de um artigo atemporal sobre o qual possamos reflitir em qualquer tempo ou época.

Tenho convicção de que, brevemente,  o povo irá acordar e aprender a cobrar o que é seu por direito.
Um dia,  aprenderemos a nos valorizar e passaremos a exigir que os políticos façam jus aos altos salários, pois somos vossos patrões.

Portanto, caros colegas, reflitam sobre o assunto.


Tânia - Escripol em São Paulo

Os empregados do povo

quarta-feira, 8/julho/2009

Papéis invertidos, mentira em verniz de verdade, são ambos casos socialmente curiosos, perfeitamente factíveis no hodierno contexto. O caso que mais me vem à cabeça é o comportamento paradoxal de alguns dos políticos. Em um momento, às festejadas eleições, estão sorridentemente comendo à mesa do povo aos abraços de juras de amor eterno. Em outro, estão recolhidos nos recônditos de seus escritórios, quase ninguém mais os vê com tanta frequência, nem mesmo aqueles responsáveis por colocá-los no poder. Mas qual a hierarquia? Se o povo proporciona o poder ao político, logo esse é dependente daquele. Então, infere-se que o político eleito deve ao povo um trabalho, um projeto, uma produção, um resultado. Daí concluí-se que os políticos estão subordinados ao povo que decide sua entrada e até mesmo, se for o caso, sua saída do poder. O problema é que o povo, ah, o povo, não sabe disso, ou se sabe finge que não sabe. Por isso, o povo comporta-se como se fosse empregado dos políticos, esperando que eles decidam o que fazer, sem ao menos guiá-los, liderá-los. Não, não, não, não. Tá tudo errado. No mundo político a hierarquia é diferente e o povo está no topo. Os políticos trabalham para o povo. Então, o povo é o empregador dos políticos. Ele é quem paga seus altos salários quando compra um quilo de feijão na “budega” do Seu João. Ele, sim, ele, o povo, é quem paga para eles pensarem e agirem. Ele, sim, ele, o povo, é quem dá as cartas, quem admite e quem demite. Então, vamos inverter a inversão desse papel e colocar tudo no seu devido lugar. Senhoras e senhores eu vos apresento o patrão de todos os políticos brasileiros: o povo brasileiro.
Calma, imagino que você até está mais feliz por saber disso e que, inclusive, pensou em comprar um terno alinhado e uma gravata bacana para parecer um executivo. Mas, não precisa de tanto. Você é importante aí na sua simplicidade mesmo. Isso, chefe, é você quem decide. A Dona Maria que vende cocada, o Seu João que vendo Cuscuz, o Seu José que vende tapioca. Você, Zé da Feira, ou você, Chicão dos Caranguejos, não importa quem você seja ou o que faça, é um cidadão e faz parte do grupo dos patrões dos políticos que estão aí para trabalhar para o povo. Então, feita a desinversão dos papéis, e apresentados os atores, vamos explorar mais um pouco as nuances dessa relação tão diária e duradoura.
Você, cidadão, tem empregados que trabalham diariamente para criar leis e executá-las em seu benefício, em benefício do povo. Se você não assumir sua posição de patrão, ah, sinto muito dizer, mas você vai ser tapeado, com certeza. Vai porque o patrão não pode eximir-se da função de líder, pois se assim o fizer estará colocando seus subordinados num barco sem rumo. Ora, como pode um deputado trabalhar para o povo se o povo não o inspecionar de perto, mandando emails, perguntando, exigindo, investigando, colhendo informações, olhando de perto seu trabalho diário? Não funcionam as empresas assim? Quando não há um líder o barco fica sem direção. A liderança é necessária, pois caso não exista um líder, então, vários líderes aparecerão e haverá conflito. Então, quando o povo não assume a função de responsável pelos políticos, logo os políticos invertem os papéis e pensam ser eles os manda-chuva. Opa, nada disso. Os políticos não são meninos, eles sabem que o povo os elegeu, o povo pode tirá-los de lá e que o povo tem uma lista de exigências para o bem da sociedade e que eles devem lutar por isso e prestar conta disso, como fazem os subordinados aos seus patrões.
Portando, você tem cumprido bem seu papel de líder cidadão? Tem inspecionado o político em quem você votou? Tem procurado saber o que ele anda fazendo? Você tem olhado se seu trabalho tem a qualidade necessária para que você o pague com seus impostos o tanto que ele ganha? Você tem visto se ele está sendo assíduo, se está participando ativamente, se está por dentro dos problemas da sociedade? Sim, claro, como não poderia deixar de ser, você tem exigido capacitação profissional dos seus empregados políticos? Você sabe se ele já fez uma preparação para assumir o cargo tão importante que ocupa? A mão de obra que você colocou no poder tem qualidade realmente? Está certo disso? Bota a mão no fogo por ele? Senão, exija imediatamente uma preparação desses seus políticos empregados para que o País, o Estado e a Cidade não sofram. Por isso você, patrão, povo, líder, deve buscar sempre a resposta para essa pergunta: meu empregado político produziu alguma coisa hoje?

Win Rodrigues - wintemberg@digi.com.br

Comentário Empreendedor

Win 
Rodrigues

Win Rodrigues, 30, é administrador pela UFRN e escritor, autor do livro (teatro) Dr. Gänsehaut. Escreve, normalmente às quartas-feiras, sobre assuntos diversos sob a ótica do empreendedorismo. Twitter.

Movimento Unificado dos Trabalhadores da Segurança Pública

Esse tipo de mobilização deveria se estender para todo o território nacional. Hoje, um  agente de segurança (civil, militar, municipal, estadual federal) sofre diariamente na pele o descaso de seus governantes e dirigentes. Não têm boa estrutura de trabalho, salários baixíssimos (diante da complexidade de suas atribuições e da periculosidade a que estão expostos), sofre ASSÉDIO MORAL constantemente. Diante disso, o que esperar desse profissional que, em âmbito nacional, encontra-se desestimulado e entristecido com sua condição atual? Qual será o retorno que esse profissional, desvalorizado constantemente, dará à sociedade?
Será que não está na mais do que na hora dos 'doutores e mestres' em segurança pública discursarem menos e agirem mais?
O sistema de Segurança Pública no Brasil está falido. Em respeito ao cidadão, pagador ou não de impostos, esse modelo precisa ser revisto urgentemente.

Tânia


Policiais civis entram em greve e militares ameaçam aquartelar

Policiais militares, civis e agentes penitenciários deflagraram mobilização conjunta que deve levar à paralisação da segurança pública em Alagoas. Na manhã desta segunda-feira (25), representantes de diversas categorias que constituem o Movimento Unificado dos Trabalhadores da Segurança Pública reuniram-se com representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para anunciar um calendário comum de mobilização. Eles rejeitam a política salarial anunciada pelo governo do EStado e criticam o que chamam de cerceamento ao direito de greve
Mesmo com a decisão da justiça decretando a greve ilegal, os policiais civis paralisam suas atividades nesta terça-feira (26). Os agentes penitenciários fazem assembleia no Sistema Prisional, também com indicativo de greve, e às 15h, os policiais militares reúnem-se na Praça Deodoro e podem decidir pelo aquartelamento. “Só depende do governo. Nós queremos o que é garantido por lei, não queremos tratamento diferenciado, nem generalizante. Queremos tratamento isonômico e o governo não quer negociar. Estamos na iminência do aquartelamento, mas isso depende do Governo”, anunciou o ex-presidente da Associação de Cabos e Soldados, Wagner Simas.
Questionado sobre o regimento da carreira militar, que veta o direito de greve, ele disse que há outros meios de mobilização. “Temos estratégias para garantir nosso direito de reivindicar”, disse o militar, que afirma que há a possibilidade de aquartelamento. “Esperamos pela negociação com o governo, mas não houve avanços. Estamos na iminência do aquartelamento, mas isso é o governo quem vai decidir”, avisou o militar.
Em entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (25), representantes das diversas categorias vinculadas à segurança pública, apoiados por lideranças comunitárias e pela CUT, fizeram sérias críticas à política de segurança e à política de gestão pública do governo do Estado. “O governo Téo Vilela tem dito que não pode conceder reajuste por causa do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. No entanto, em 2010, o governo gastou apenas 45% da receita corrente líquida com pagamento de servidores, quando o teto é de 49%. O governo de Alagoas foi o que menos gastou com salários no Brasil”, afirmou Luiz Gomes, o Professor Luizinho, representante da CUT na reunião.
Os sindicalistas também criticaram o Poder Judiciário, a quem acusam de subserviência ao Poder Executivo, nas decisões favoráveis à ilegalidade das greves. “Já existe um modelinho pronto no Tribunal de Justiça. É só chegar a ação, que qualquer juiz já usa o modelinho para inviabilizar a mobilização dos servidores”, afirmou o Prof. Luizinho. “Pelos termos da decisão da Justiça na última greve, está decretada a ilegalidade da greve no sistema penitenciário, para sempre”, completou o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Jarbas Souza. “Mas não vamos nos intimidar. Se nos tirarem o direito de fazer greve, vamos fazer uma guerra”, avisou o sindicalista.
Os representantes dos policiais militares afirmaram que além do Judiciário, que anteciparia a decretação de ilegalidade das greves, respondem a sindicâncias internas por insubordinação. “Nós não podemos fazer greve e o Comando da Polícia Militar já abriu uma sindicância para apurar se houve excessos na nossa ação após reunião com a Secretaria de Gestão Pública, há 15 dias. Mas ninguém questiona se o governo tem o direito de descumprir o que a lei determina”, questionou o cabo Wagner Simas, da Associação de Cabos e Soldados. “Nós não estamos pleiteando reajuste, a gente quer que nos seja repassado o que foi acordado com o Governo”, afirmou.
As ações de mobilização começam nesta terça- feira (26) com a greve da polícia civil. Às 9h, os agentes penitenciários fazem assembleia no sistema prisional, com votação do indicativo de greve e às 15h, as associações de policiais militares reúnem-se na Praça Deodoro, onde decidirão se haverá aquartelamento. Os militares informaram que esperam pela posição do governo até a hora da assembleia.
Participaram da reunião representantes do Sindicato dos Policiais Civis, da Associação de Cabos e Soldados (ACS) da Polícia Militar, Associação dos Oficiais Militares (Assomal).

Mais uma senana...


Mais uma semana...
Que seja de muita paz e harmonia.