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terça-feira, 26 de abril de 2011

Movimento Unificado dos Trabalhadores da Segurança Pública

Esse tipo de mobilização deveria se estender para todo o território nacional. Hoje, um  agente de segurança (civil, militar, municipal, estadual federal) sofre diariamente na pele o descaso de seus governantes e dirigentes. Não têm boa estrutura de trabalho, salários baixíssimos (diante da complexidade de suas atribuições e da periculosidade a que estão expostos), sofre ASSÉDIO MORAL constantemente. Diante disso, o que esperar desse profissional que, em âmbito nacional, encontra-se desestimulado e entristecido com sua condição atual? Qual será o retorno que esse profissional, desvalorizado constantemente, dará à sociedade?
Será que não está na mais do que na hora dos 'doutores e mestres' em segurança pública discursarem menos e agirem mais?
O sistema de Segurança Pública no Brasil está falido. Em respeito ao cidadão, pagador ou não de impostos, esse modelo precisa ser revisto urgentemente.

Tânia


Policiais civis entram em greve e militares ameaçam aquartelar

Policiais militares, civis e agentes penitenciários deflagraram mobilização conjunta que deve levar à paralisação da segurança pública em Alagoas. Na manhã desta segunda-feira (25), representantes de diversas categorias que constituem o Movimento Unificado dos Trabalhadores da Segurança Pública reuniram-se com representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para anunciar um calendário comum de mobilização. Eles rejeitam a política salarial anunciada pelo governo do EStado e criticam o que chamam de cerceamento ao direito de greve
Mesmo com a decisão da justiça decretando a greve ilegal, os policiais civis paralisam suas atividades nesta terça-feira (26). Os agentes penitenciários fazem assembleia no Sistema Prisional, também com indicativo de greve, e às 15h, os policiais militares reúnem-se na Praça Deodoro e podem decidir pelo aquartelamento. “Só depende do governo. Nós queremos o que é garantido por lei, não queremos tratamento diferenciado, nem generalizante. Queremos tratamento isonômico e o governo não quer negociar. Estamos na iminência do aquartelamento, mas isso depende do Governo”, anunciou o ex-presidente da Associação de Cabos e Soldados, Wagner Simas.
Questionado sobre o regimento da carreira militar, que veta o direito de greve, ele disse que há outros meios de mobilização. “Temos estratégias para garantir nosso direito de reivindicar”, disse o militar, que afirma que há a possibilidade de aquartelamento. “Esperamos pela negociação com o governo, mas não houve avanços. Estamos na iminência do aquartelamento, mas isso é o governo quem vai decidir”, avisou o militar.
Em entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (25), representantes das diversas categorias vinculadas à segurança pública, apoiados por lideranças comunitárias e pela CUT, fizeram sérias críticas à política de segurança e à política de gestão pública do governo do Estado. “O governo Téo Vilela tem dito que não pode conceder reajuste por causa do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. No entanto, em 2010, o governo gastou apenas 45% da receita corrente líquida com pagamento de servidores, quando o teto é de 49%. O governo de Alagoas foi o que menos gastou com salários no Brasil”, afirmou Luiz Gomes, o Professor Luizinho, representante da CUT na reunião.
Os sindicalistas também criticaram o Poder Judiciário, a quem acusam de subserviência ao Poder Executivo, nas decisões favoráveis à ilegalidade das greves. “Já existe um modelinho pronto no Tribunal de Justiça. É só chegar a ação, que qualquer juiz já usa o modelinho para inviabilizar a mobilização dos servidores”, afirmou o Prof. Luizinho. “Pelos termos da decisão da Justiça na última greve, está decretada a ilegalidade da greve no sistema penitenciário, para sempre”, completou o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Jarbas Souza. “Mas não vamos nos intimidar. Se nos tirarem o direito de fazer greve, vamos fazer uma guerra”, avisou o sindicalista.
Os representantes dos policiais militares afirmaram que além do Judiciário, que anteciparia a decretação de ilegalidade das greves, respondem a sindicâncias internas por insubordinação. “Nós não podemos fazer greve e o Comando da Polícia Militar já abriu uma sindicância para apurar se houve excessos na nossa ação após reunião com a Secretaria de Gestão Pública, há 15 dias. Mas ninguém questiona se o governo tem o direito de descumprir o que a lei determina”, questionou o cabo Wagner Simas, da Associação de Cabos e Soldados. “Nós não estamos pleiteando reajuste, a gente quer que nos seja repassado o que foi acordado com o Governo”, afirmou.
As ações de mobilização começam nesta terça- feira (26) com a greve da polícia civil. Às 9h, os agentes penitenciários fazem assembleia no sistema prisional, com votação do indicativo de greve e às 15h, as associações de policiais militares reúnem-se na Praça Deodoro, onde decidirão se haverá aquartelamento. Os militares informaram que esperam pela posição do governo até a hora da assembleia.
Participaram da reunião representantes do Sindicato dos Policiais Civis, da Associação de Cabos e Soldados (ACS) da Polícia Militar, Associação dos Oficiais Militares (Assomal).

Mais uma senana...


Mais uma semana...
Que seja de muita paz e harmonia.




domingo, 17 de abril de 2011

Suely Jacob - Minha homenagem

Su, minha homenagem a você que aniversariou esta semana.
Fez tanto pela PC, trabalhou muito pela sociedade e, cumpriu seu papel com muita DIGNIDADE.

Parabéns amiga.

FELIZ ANIVERSÁRIO

sábado, 16 de abril de 2011

PSD (Partido Social Democrático) - Será que, realmente, é um novo partido????


PSD (Partido Social Democrático) - 2011, PDS (Partido Democrático Social) - 1980.....Uhhhuuummm....Maluf, Delfim Neto, Antônio Carlos Magalhães (ACM)....Acho que já conheço esse partido......
Passam-se os anos, mudam-se as pessoas e as siglas do partido, ou melhor, invertem-se,  mas a essência...continua a mesma...

Tânia


16/04/2011 - 15:41

Novo partido de Kassab ameaça aliança histórica entre PSDB e DEM em SP

AE
O grupo político que desde 2003 comanda o Estado de São Paulo e a capital paulista desde 2005 vive sua pior crise e pode ser implodido. Tudo por causa da criação do PSD (Partido Social Democrático) pelo prefeito paulistano, Gilberto Kassab, e de sua aproximação da base de apoio da presidente Dilma Rousseff.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) está propenso a tirar do secretariado o vice-governador, Guilherme Afif, um dos primeiros a anunciar a saída do DEM para seguir Kassab.

A decisão de Afif provocou imenso incômodo entre tucanos exatamente por seu simbolismo político: o vice-governador era o elo da histórica aliança do PSDB com o DEM.

Em 2002, Kassab indicou Cláudio Lembo, do DEM, para ser o vice de Alckmin. Dois anos mais tarde, o próprio Kassab foi o escolhido para vice de José Serra na prefeitura. No ano passado, o DEM designou Afif para novamente compor com Alckmin. Agora, Kassab, Lembo e Afif estão fora do DEM.

Considerado um dos “fiadores” da coligação com os tucanos, Afif está desde a posse à frente da poderosa Secretaria de Desenvolvimento Econômico, pasta que gerencia a rede de ensino técnico do governo paulista, uma das principais vitrines do PSDB.

Partiu do DEM a exigência para que Alckmin dê espaço político relevante ao partido no governo e deixe Afif como uma figura quase decorativa no cargo de vice. Na última quinta-feira (14), o senador Agripino Maia (RN), presidente do partido, almoçou com o governador e reivindicou o cumprimento de compromissos estabelecidos quando a aliança foi firmada: uma secretaria importante.

Na conversa, foram discutidas três possibilidades para alojar o DEM. A mais cobiçada é a secretaria hoje comandada por Afif. A outra, praticamente rejeitada pela sigla, é a pasta da Agricultura. O governador prometeu ainda analisar uma terceira possibilidade. O DEM exige visibilidade e força política.

Segundo Agripino, “o espaço do DEM no governo Alckmin é um fato”. O governador não rechaçou a hipótese de retirar Afif nem a aceitou prontamente. Prometeu uma solução breve, mas seus aliados afirmaram reservadamente que ele estaria propenso a aceitar o acordo, inclusive cedendo a pasta de Desenvolvimento Econômico.

ALAGOAS / PC - Sindpol convoca policiais para assembleia na segunda


Meus parabéns aos 'bravos' colegas policiais civis alagoanos.
Lutam e se mobilizam por valorização e pela dignidade policial. Nada mais inteligente do que atrelar o salário dos policiais da base à remuneração dos delegados. Pois, dessa forma, todas as vezes que precisarem brigar por aumentos salariais, indiretamente, todos juntos, estarão lutando por um bem comum. E, é mais do que justificável se colocar um índice percentual que venha satisfazer a todas as carreiras policiais civis, ou seja, entre 60/65% dos vencimentos dos delegados.  
Sabemos que a PC é composta por todas as carreiras policiais e, cada uma delas tem seu grande valor e  peculiaridade que, juntas,  formam a instituição POLICIAL CIVIL. Portanto, todos merecem o melhor.
Agora, é muito triste que, em meu estado, nada, NADA acontece. Dá a impressão de que todos estão muito satisfeitos com a situação em que se encontra a Polícia Civil de São Paulo. Ninguém faz absolutamente nada. São reuniões com a SSP, com o governo que sempre acabam em 'pizza', fotos para sites, abraços e cumprimentos. Nada mais além disso. As associações e sindicatos estão quietinhos esperando o 'pacote do Papai Noel' que, supostamente, será divulgado em julho pelo governador Alckmin. Será que 8, 10, 15% de aumento será suficiente para consertar o estrago feito aos policiais civis de São Paulo nesses últimos 20 anos de descaso, desrespeito e desvalorização policial?
Para mim, particularmente que 'sobrevivo' unicamente dos meus proventos, não será suficiente. Não há como dimensionar o rombo financeiro, moral e psicológico que o PSDB deixou
durante sua gestão,em cada um de nós policiais civis de São Paulo. E, há também a questão da Aposentadoria Especial. Diversos sindicatos pelo Brasil afora estão correndo atrás desse benefício para seus sindicalizados ou não. Aqui, o número de policiais que sabem que faz jus a esse direito é MÍNIMO, pois não há divulgação. Tratamo-nos como 'inimigos públicos' uns dos outros, sem se dar conta que fazemos parte da mesma face da moeda.
É muito triste a situação em São Paulo.

Tânia -  escripol desiludida, desrespeitada e humilhada em São Paulo



http://www.sindpol-al.com.br/site/noticiasTexto.asp?id=1570
 

14/4/2012 13:22:23

Convocação

Sindpol convoca policiais para assembleia na segunda

Policiais civis decidirão sobre indicativo de greve na segunda-feira
O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) vai realizar uma assembleia geral com indicativo de greve na próxima segunda-feira (18), no auditório do Sindicato dos Bancários, às 14 horas.
A reivindicação do piso salarial de 60% da remuneração dos delegados de polícia em início de carreira foi negada pelo Governo Téo Vilela, que lançou uma política salarial, concedendo apenas o percentual de 5,91%, dividido em duas parcelas ao funcionalismo público.
Na última reunião de negociação, a secretária Adjunta de Gestão de Pessoas, Ricarda Calheiros, informou à diretoria do Sindpol que as negociações estão encerradas na Secretária de Gestão Pública devido à Política Salarial dos servidores e informou que o sindicato procure o Delegado Geral, Marcílio Barenco. Uma reunião, que estava marcada com o secretário do Gabinete Civil, Álvaro Machado, também foi cancelada.
O Sindpol esteve reunido com o Delegado Geral que informou que tentará agendar uma reunião, na próxima semana, com o secretário da Fazenda, Maurício Toledo.
Enquanto isso, os policiais civis de Alagoas estão implantando a Operação Padrão que visa proteger a categoria da omissão do Estado quanto às precárias condições de trabalho. O lema é trabalhar dentro da legalidade.

Na assembleia, os policiais definirão o rumo da mobilização pela implantação do piso salarial de 60% da remuneração dos delegados em início de carreira.

Blogueiros Progressistas

http://www.redebrasilatual.com.br/multimidia/blogs/blog-na-rede/rede-brasil-atual-transmite-encontro-de-blogueiros-progressistas-de-sp

Publicado em 15/04/2011

Rede Brasil Atual transmite encontro de blogueiros progressistas de São Paulo

Rede Brasil Atual transmite encontro de blogueiros progressistas de São Paulo
O evento, na Assembleia Legislativa paulista, reúne autores de blogs, tuiteiros e comunicadores independentes do estado (Foto: Reprodução)
O primeiro Encontro Estadual de Blogueiros Progressistas de São Paulo começou nesta sexta-feira. No sábado, a partir das 9h, os debates começam direto do auditório Franco Montoro da Assembleia Legislativa, com transmissão ao vivo da Rede Brasil Atual e da TVLD.
O evento reúne autores de blogs, tuiteiros e comunicadores independentes do estado para discutir questões relacionadas à mídia, ativismo na internet, questões jurídicas, entre outros pontos.
Os deputados federais Luiza Erundina (PSB-SP) e Brizola Neto (PDT-RJ) e o deputado estadual Antonio Mentor (PT) confirmaram presença. Haverá ainda intelectuais e jornalistas, como Laurindo Leal Filho, Sérgio Amadeu e Bia Barbosa.

http://www.redebrasilatual.com.br/multimidia/blogs/blog-na-rede/rede-brasil-atual-transmite-encontro-de-blogueiros-progressistas-de-sp

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Burburinho: Militares querem tirar do ar novela do SBT


14 de abril de 2011 às 12:42

Burburinho: Militares querem tirar do ar novela do SBT

do Stanley Burburinho

Depois do texto abaixo, fica parecendo que a matéria sobre VAR-Palmares publicada hoje pelo Estado ( http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-var-palmares-nos-documentos-da-aeronautica ) foi encomendada.
“No texto de abertura do abaixo-assinado, os reservistas insinuam que a novela parece ser um acordo firmado entre o proprietário da emissora, Silvio Santos, e o governo federal por meio da Comissão de Verdade para quitar as dívidas do Banco Panamericano que pertencia ao apresentador e foi recentemente negociado por R$ 450 milhões.”

“Dalla Vecchia, que é o 1º secretário da Associação Beneficente dos Militares Inativos Graduados da Aeronáutica (ABMIGAer), alega que as Forças Armadas não devem permitir, dentro da legalidade, que a novela seja exibida. Ele ressalta que os militares já se manifestaram negativamente sobre a trama.”

AMOR E REVOLUÇÃO

Militares da reserva querem tirar do ar novela do SBT sobre ditadura
Publicada em 14/04/2011 às 09h16m

Rafaela Santos*
RIO – Um abaixo-assinado criado por militares da reserva da Aeronáutica, disponível no site militares.com.br , pede a retirada do ar de “Amor e revolução”, novela escrita por Tiago Santiago e exibida no SBT. O autor da mobilização, José Luiz Dalla Vecchia, alega que o folhetim pode colocar a população contra as Forças Armadas. A trama gira em torno da ditadura militar (1964-1985) no país e retrata a perseguição política contra os militantes de esquerda da época.

Até o início da manhã desta quinta-feira, a ação tinha sido assinada por aproximadamente 400 pessoas. No texto de abertura do abaixo-assinado, os reservistas insinuam que a novela parece ser um acordo firmado entre o proprietário da emissora, Silvio Santos, e o governo federal por meio da Comissão de Verdade para quitar as dívidas do Banco Panamericano que pertencia ao apresentador e foi recentemente negociado por R$ 450 milhões.
Dalla Vecchia, que é o 1º secretário da Associação Beneficente dos Militares Inativos Graduados da Aeronáutica (ABMIGAer), alega que as Forças Armadas não devem permitir, dentro da legalidade, que a novela seja exibida. Ele ressalta que os militares já se manifestaram negativamente sobre a trama.
- Qual a finalidade da novela? Será que veio para reviver essa questão? – questiona. – Todos os que participaram dessa época já estão mortos. Nós, os militares atuais, não temos nada a ver com isso. Não é justo que esse assunto venha à tona e prejudique os que estão na ativa – disse ao site do GLOBO.

O abaixo-assinado já causou polêmica na web e, em contrapartida, foi criado uma outra ação, no site Petição Pública , que defende a transmissão da novela. A presidente do grupo “Tortura nunca mais” , Cecília Coimbra, acredita que “Amor e revolução” conta com depoimentos verídicos sobre a época e que o abaixo-assinado é um absurdo.

- Seria cômico se a história não fosse trágica. As pessoas se esqueceram que estamos em 2011 e que a censura ficou para trás – conclui.

*Rafaela Santos é integrante do Programa de Estágio da Infoglobo