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sábado, 5 de março de 2011

A violência como engendradora da criminalidade

A realidade é a seguinte: no Brasil, com relação à justiça há dois pesos e duas medidas. 
Se um jovem cidadão, pobre, que diariamente têm seus direito civis violados pelo estado, faltando saúde, educação, moradia, etc,  roubasse um carro, certamente, seria tratado diferentemente do filhinho de 'papai' que possui todas as regalias possíveis e imaginárias, e que cometesse o mesmo crime. 
E pior, não só a justiça, mas a sociedade brasileira contribui para manter essa diferença de tratamento. Vivemos numa sociedade altamente preconceituosa. Infelizmente, uma sociedade que valoriza o próximo pelo que se tem e não pelo que se é. 

Tânia


Violência e Criminalidade
 
CORNELIUS OKWUDILI EZEOKEKE - Fortaleza(CE) - 28/02/2011
 
A violência como engendradora da criminalidade 
 
As questões da violência e da criminalidade suscitam muita polêmica e discussão. A legislação a respeito da criminalidade pretende ser mais rígida mesmo sem discutir a origem ou a causa da mesma. A primeira atitude em relação aos presidiários ou mesmo aos egressos do sistema carcerário, é de marginalizá-los. Não importa se estas pessoas já cumpriram as suas obrigações com a justiça e muito menos se tiveram o direito de serem ressocializadas e reintegradas à sociedade ou não. O importante é que sejam banidas para sempre à marginalização ou que tenham as penas exacerbadas, para assim trazer uma sensação de alívio para a sociedade. Os encarcerados são considerados "lixo" humano e "escória" da sociedade. Ressalta-se que o efeito resultante destas atitudes preconceituosas é o grande aumento da criminalidade presentificada em nossa sociedade. Sem um trabalho sério de ressocialização para o rompimento desse círculo vicioso de violência e criminalidade, pode-se até instituir a prisão perpétua e a pena capital, que não resolverão a problemática.
Nos dias de hoje, o presidiário traz consigo o estigma da marginalização caracterizado pela discriminação e preconceito, embora se saiba que o fenômeno da criminalidade tem como um dos fautores a própria violência da sociedade (através de seus representantes). A criminalidade é tida como engendradora da violência, porém a indagação que surge é a seguinte: se é a criminalidade que gera a violência, porque então que ela se manifesta mais em ambientes cujo poder público havia abandonado através da violência da não-inclusão social, onde as pessoas são "violentadas" nos seus direitos mais essenciais? São essas violências que geram a criminalidade e não o contrário, como o quer a classe dominante (os pedintes de penas mais rígidas). Assim sendo, quando um desses pobres envereda na criminalidade gerada pela violência das elites, isso acarreta conseqüências nefastas para os mesmos: primeiro, por serem os únicos responsabilizados pelo cometimento de crimes; segundo, as leis são feitas para puni-los e os mesmo não têm direitos previstos em tais leis e, quando vem a tê-los, isso ocorre tardiamente. A este respeito, escreve Coelho Neto: "O carrasco suprime o criminoso, mas a miséria mantém o crime. Não é com o esmagamento de uma lagarta no campo que se salva a sementeira" . Isto demonstra que é ledo engano tentar a erradicação do crime sem combater as suas causas. Enquanto isso, as elites sequer são punidas pelos seus crimes, pois as leis são e foram feitas para beneficiá-las.
Para que se possa compreender a gravidade dessa temática de penas mais rígidas (para os pobres), convém indagar: qual é o interesse em legislar para que quem comete crimes possa usufruir duma prisão especial, se tiver um curso superior? Quem são beneficiados com esse tipo de lei: são os pobres que não têm onde morar e nem o que comer, ou são os políticos corruptos, os ricos e os poderosos que nunca estudaram num colégio público (porque as escolas públicas são imprestáveis)? É neste sentido que Anacarsis expressa: "Leis escritas são como teias de aranha: pegarão os fracos e pobres, mas serão despedaçadas pelos ricos e poderosos".
Os marginalizados esperam viver numa sociedade realmente igualitária, onde todos gozam do mesmo direito e justiça. Porém, a realidade social demonstra que existe um esquema opressor em curso a fim de mostrar que somos iguais apenas nos discursos politiqueiros e dos "soberanos de toga". As injustiças violentas se avolumam para produzir a criminalidade e seus autores menos favorecidos são enredados nas prisões, enquanto os ricos e os poderosos despedaçam as leis que deviam proteger a todos, ficando, assim, impunes dos seus crimes. A corrupção dos poderosos denuncia a impunidade dos ricos, corroborando os seguintes enunciados:
 
De Michel Foucault na obra:VIGIAR E PUNIR, pg 239.
Enquanto a miséria cobre de cadáveres vossas ruas, de ladrões e assassinos vossas prisões, que vemos da parte escroque da fina sociedade? [...] Os exemplos mais corruptores, o mais revoltante cinismo, o banditismo mais desavergonhado [...] Não receais que o pobre que é citado ao banco dos criminosos por ter arrancado um pedaço de pão pelas grades de uma padaria se indigne o bastante, algum dia, para demolir pedra por pedra a bolsa, um antro selvagem onde se roubam impunemente os tesouros do Estado, a fortuna das famílias.

Colômbia: Conflitos resolvidos na base da paz. Se eles conseguiram, nós também conseguiríamos.

É desse tipo de sistema que precisamos no Brasil. Um belo modelo a ser seguido. Se na Colombia está dando certo, porque não daria por aqui?
Será que a 7ª economia do mundo não seria capaz de implantar e gerenciar medidas assim? Claro que sim. Basta vontade política e vencer a 'vaidade' de certos gestores em segurança que não querem perder o status de 'celebridades' e o poder sobre o povo.
Certamente, seria uma forma de desafogar a Polícia Civil, o trabalho nas delegacias, que mais parece um plantão de Assistência Social.
Dessa forma, o efetivo policial seria destinado a exercer suas atribuições legais como trabalhar em  investigação e no combate à criminalidade.

Tânia
  
http://www2.forumseguranca.org.br/content/col%C3%B4mbia-conflitos-resolvidos-na-base-da-paz

Colômbia: Conflitos resolvidos na base da paz

Em Arauca, departamento produtor de petróleo da Colômbia, os cidadãos não precisam levar um conflito até Justiça para obter uma solução que tenha peso legal. Basta que procurem um conciliador na sua própria comunidade.

Brigas pelos limites de um terreno, disputas conjugais, desavenças entre colegas por uma dívida ou qualquer outro tipo de conflito entre cidadãos podem ter soluções equitativas sobre a mesa de conciliadores.

Esta modalidade de conciliação é resultado do programa Escuela de Justicia Comunitaria da Universidade Nacional da Colômbia (EJCUN), um esforço acadêmico que impulsiona processos de gestão de conflitos a partir das próprias comunidades.

Pelo fato dessa região do país se encontrar sob a influência de atores armados, um dos objetivos fundamentais do programa é limitar a intervenção deles na solução de controvérsias nas comunidades, como ocorre em outras regiões.

O outro objetivo importante, no longo prazo, é gerar processos de inclusão de setores e pessoas que historicamente foram excluídos da justiça.

As figuras centrais do programa são os conciliadores de equidade, líderes comunitários eleitos para esta tarefa pela própria comunidade e capacitados por uma equipe de treinamento. As decisões por eles tomadas têm pleno reconhecimento do Estado.

Assim, a solução ao conflito comunitário torna-se mais simples, já que os conciliadores fazem parte da comunidade. Os conflitos são resolvidos de forma rápida, gratuita e eficaz e são as pessoas neles envolvidas que decidem como resolvê-los, sem o uso de linguagens ou trâmites complicados. Tudo isso em um ambiente de confiança.

Em Arauca, cerca de 150 líderes comunitários já se formaram como autoridades de gestão de conflitos plenamente reconhecidos por suas comunidades. Eles têm respaldo das instituições do Estado e seu trabalho é respeitado até mesmo por grupos armados à margem da lei, devido ao forte vínculo que mantêm com cada comunidade.

Andréa Domínguez

AUTOFAGIA - Demissão expõe briga de tucanos em SP

Os tucanos vivem uma verdadeira AUTOFAGIA. Seria um sonho realizado se, por meio desta situação, o PSDB ruísse e implodisse juntamente com os 'vermes' que os norteia.
Eu quero mais é que comam-se uns aos outros, deixando o povo de São Paulo em paz. 

Tânia

http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/claudio-humberto-1.12113/demiss-o-exp-e-briga-de-tucanos-em-sp-1.247284
 
Cláudio Humberto 
 
Demissão expõe briga de tucanos em SP
 

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, acabou mexendo num vespeiro, ao demitir ontem o sociólogo Túlio Kahn pela acusação de vender consultoria utilizando dados sigilosos do governo sobre criminalidade: o secretário de Segurança, Antonio Ferreira Pinto, ligado a José Serra, estaria por trás do vazamento da denúncia contra Kahn, que foi nomeado na época do seu antecessor no cargo, Saulo Castro. O objetivo da denúncia seria fragilizar Saulo politicamente.


Xis da questão


O "alckmista" Saulo Castro, secretário dos Transportes, é citado como eventual substituto do "serrista" Antonio Ferreira Pinto na Segurança.


Mais do mesmo


Os tucanos se agitaram no Congresso, ontem. "Alckmistas" e "aecistas" atribuem a crise no governo paulista às "artimanhas" de José Serra.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Câmara proíbe revista íntima de mulheres em empresas e órgãos públicos. Caso da escriva de SP é citado durante discurso.

O fato ocorrido com a ex-escrivã de polícia foi estarrecedor, repugnante. Situação digna de 'demissão a bem do serviço público' por parte do governo de São Paulo contra os 'agentes públicos' que protagonizaram aquela terrível cena de tortura.
Infelizmente, me parece que ao invés de disso, tudo acabou em pizza com bordas recheadas de catupiry e cobertura extra de muzzarella.
As tais 'autoridades do terror' acabaram recebendo prêmio sendo transferidas para um Departamento bastante visado e desejado por alguns policias.
Fazer o quê?
Estamos no Estado de São Paulo cujo 'desgoverno', para os seus, tudo aprova, tudo delibera. E para o povo...bem, para o cidadão há muita coisa também: muita enchente, muito lixo, muito apagão, muita dengue, muito...muito...muito...
Sobra muita coisa para o cidadão, menos respeito por parte de seus governantes. 

Tânia


02/03/2011 20:32

Câmara proíbe revista íntima de mulheres em empresas e órgãos públicos

Nos presídios, a revista será permitida, mas terá que ser feita por mulheres.
Arquivo - Sefot
A deputada Jô Moraes foi a relatora do texto aprovado pela Câmara.
O Plenário aprovou em votação simbólicaVotação em que não há registro individual de votos. O presidente da sessão pede aos parlamentares favoráveis à matéria que permaneçam como se encontram, cabendo aos contrários manifestarem-se. Expediente geralmente usado para votação de projetos sobre os quais há acordo. , nesta quarta-feira, o Projeto de Lei 583/07, da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), que proíbe a revista íntima de mulheres nas empresas privadas e nos órgãos e entidades da administração pública. A matéria ainda precisa ser analisada pelo Senado.
O texto aprovado é o substitutivoEspécie de emenda que altera a proposta em seu conjunto, substancial ou formalmente. Recebe esse nome porque substitui o projeto. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação, mas pode ser rejeitado em favor do projeto original.   da deputada Jô Moraes (PCdoB-MG), relatora pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. A proibição de revista íntima abrange as funcionárias e as clientes do sexo feminino.
Quem não cumprir a proibição ficará sujeito a multa de R$ 20 mil, paga pelo empregador e revertida aos órgãos de proteção dos direitos da mulher. Em caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro, independentemente de indenizações por danos morais ou de sanções penais.
Presídios
Uma emenda do deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), incluída pela relatora, abre uma única exceção: para os casos de revista previstos em lei quando necessária nos ambientes prisionais e sob investigação policial. A revista, porém, deverá ser realizada exclusivamente por funcionária ou servidora.

De acordo com Sávio, a emenda permitiu um avanço duplo no texto. "Não só houve avanço em relação à questão da revista íntima, mas também com a criação de uma regra para esse procedimento nos presídios", afirmou.

Desrespeito
Alice Portugal ressaltou que, apesar dos avanços conseguidos para as mulheres na Constituição, a igualdade garantida na lei ainda é desrespeitada no cotidiano. "Muitas trabalhadoras são constrangidas a se submeterem diariamente à prática da revista íntima ao fim da jornada de trabalho", disse.

Ela argumentou que a revista íntima vai contra o artigo 5º da Constituição, que diz serem invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas.
O projeto original foi apresentado em 2007 e retoma um texto da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) que tramitou na legislaturaEspaço de tempo durante o qual os legisladores exercem seu poder. No Brasil, a duração da legislatura é de quatro anos.   anterior.

Indústrias
A coordenadora da bancada feminina, deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), disse esperar que a medida acabe, de vez, com uma prática nociva. "As funcionárias da indústria de tecelagem sofrem terríveis humilhações. Como fabricam peças íntimas, elas são muitas vezes revistadas e acusadas de uma forma muito cruel. Então, temos que buscar, no mundo do trabalho, mecanismos de controle da produção sem humilhar as mulheres", afirmou.

Segundo a bancada feminina, a revista íntima de mulheres também é comum nas indústrias de eletrodomésticos e de componentes eletrônicos, nas casas de joias e no trabalho doméstico. Além disso, as deputadas citaram o caso recente de uma escrivã da Polícia Civil de São Paulo que foi despida à força por agentes masculinos durante uma investigação da Corregedoria.
Outras parlamentares também comemoraram a aprovação do projeto. “As políticas públicas e projetos como este vão impedir, cada vez mais, os abusos e constrangimentos que as mulheres sofrem”, disse a deputada Luciana Santos (PCdoB-PE).
Para as deputadas Teresa Surita (PMD-RR) e Liliam Sá (PR-RJ), a revista íntima permite que funcionárias ou clientes sejam “humilhadas” no seu cotidiano. “Os efeitos dessa prática nas mulheres são devastadores”, disse Surita.
(*) Matéria atualizada às 20h55.

Íntegra da proposta:

Da Reportagem
Edição – João Pitella Junior

quinta-feira, 3 de março de 2011

Denúncia sobre injustiça no Concurso FTP-1/2008 - PARTE 1 e 2







Consultoria usava funcionários do Estado - Será que é só ele quem usa?????

Ahhhhhhhhhhh....como se isso fosse alguma novidade!!!!!

Novidade somente para o povo, contribuinte, cidadão pagante de impostos, diariamente lesados com os devios  e má gestão de verbas, ou seja, o dinheiro público de São Paulo mal empregado. 

Está na hora de fazerem uma auditoria em todos os contratos de empresas terceirizadas deste estado. Certamente, encontrarão uma verdadeira 'podridão'. Aí sim, irá feder!!!!!!!!!!

Caramba, onde é que estão os jornalistas espertos de antigamente??? Materinha básica para qualquer jornal.

Será que até isso São Paulo conseguiu exterminar?????

 

Consultoria usava funcionários do Estado

Folha de S.Paulo

A Angra Consultoria, empresa que utilizava dados sigilosos da Secretaria de Estado da Segurança Pública em serviços que vendia para clientes privados, trabalhava com funcionários da pasta, de acordo com documentos obtidos pela reportagem.
  • Um orçamento de R$ 85,9 mil (datado de 2009) da Angra Consultoria citava cinco profissionais. Quatro deles foram funcionários da CAP (Coordenadoria de Análise e Planejamento), segundo a assessoria de imprensa da secretaria. Um dos nomes citados ainda trabalha lá.
A CAP é o órgão da secretaria que concentra as estatísticas criminais da polícia paulista.
Anteontem, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) demitiu o sociólogo Túlio Kahn, chefe dessa seção, depois de a reportagem ter revelado que ele era sócio da própria Angra.
Para Alckmin, a atividade pública de Kahn é incompatível com os negócios dele.
Funcionários
São os seguintes os profissionais que aparecem no orçamento da Angra e foram ou são funcionários da Secretaria da Segurança: Túlio Kahn, André Zanetic, Cristiane Ballanotti, Tatiana Moura e Monise Picanço.
Monise Picanço, pesquisadora do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), afirma, em seu currículo Lattes, que já fez trabalhos para a Angra.
Protocolo
André Zanetic, que foi da secretaria, continua no órgão, mas agora tem o seu salário pago pela Federação das Empresas de Transporte de Carga, segundo um protocolo de intenções assinado em 2006.
A federação paga R$ 7.000 a dois funcionários da CAP para atuarem dentro da secretaria em levantamentos sobre roubo de carga.
A Angra tinha entre seus clientes a GR - Garantia Real, empresa que atua na área de segurança privada.
Também estava entre os clientes da Angra a Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano), ligada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Metropolitano.
Para a GR, a Angra fez um levantamento sobre roubos e assaltos a condomínios em São Paulo.
Há suspeitas de que a Angra funcionaria dentro da própria secretaria. O endereço que aparece no contrato social da empresa, na Vila Madalena (zona oeste de São Paulo), é um apartamento. Porém, não há nenhuma empresa no prédio, de acordo com o porteiro do local.
Leia mais

03/03/2011

Profissional nega ter trabalhado

Folha de S.Paulo
Uma das funcionárias da Secretaria de Estado da Segurança Pública, Cristiane Ballanotti, cujo nome é citado em serviços feitos pela Angra Consultoria, afirmou ontem que nunca trabalhou para a empresa.
A reportagem enviou a ela uma cópia do documento da Angra com o nome dela.
"Acho um absurdo o meu nome estar circulando em tal documento", respondeu Cristiane Ballanotti.
Localizada ontem, a ex-funcionária da pasta Tatiana Moura afirmou à reportagem que não iria comentar a questão.
A reportagem não conseguiu localizar, ontem, os outros três funcionários citados (Túlio Kahn, André Zanetic e Monise Picanço).
Na última segunda-feira, Túlio Kahn afirmou que não usou servidores da pasta na Angra Consultoria. Ele negou que tenha violado dados sigilosos e afirmou, ainda, que não tem clientes, mas patrocinadores de pesquisas sobre a violência.

Pela criação dos Estados Unidos de São Paulo


Infelizmente essa é uma triste realidade. Gostaria de contestar meu colega do F.B.I, mas fazer o quê? Ele está com a razão!!!!!
São Paulo está se acabando. Esvaindo-se em corrupção.
Amigos do Brasil, vocês me dão guarida?


Tânia - uma escripol, desiludida, desanimada e desolada em São Paulo



http://festivaldebesteirasnaimprensa.wordpress.com/2011/03/03/pela-criacao-dos-estados-unidos-de-sao-paulo-2/

Pela criação dos Estados Unidos de São Paulo

augustodafonseca13 | 3 03UTC março 03UTC 2011 at 0:08 | Categorias: "Arrasando São Paulo" | Categories: Uncategorized | URL: http://wp.me/pIfJ7-Yc


Mapa dos EUSP e suas Unidades da Federação
.
Este post é, disparado, o mais acessado do blog Festival de Besteiras na Imprensa. Foi publicado em 4 de novembro de 2010!
Esse é um mistério insondável, somente explicado pelo Google e outros instrumentos de busca, na medida que o termo "mapa de São Paulo" é um dos mais acionados na internet.
Além disso, o tema continua atual.
***
“Paulista do Mal” (PM) é separatista, xenófobo, racista, machista, homofóbico, TFP e Opus Dei, e por aí vai.
“Paulista do Bem” (PB) é solidário, acolhedor, tolerante, progressista, entre outras coisas positivas.
Infelizmente, o Estado de São Paulo tem muito mais PM do que PB, como se pode constatar em quase todas as eleições locais e nacionais.
Visto isso, estou pensando seriamente em encabeçar um movimento para separar São Paulo do Brasil, criando o país Estados Unidos de São Paulo (EUSP), através de uma PEC a ser proposta pela bancada de senadores e senadoras dos partidos coligados com a Dilma.
Os atuais municípios seriam os estados federados desse novo país. O natural dos EUSP seriam conhecidos como “paulisteiros”.
Os Paulistas do Bem receberiam estímulos fiscais para migrar para outros estados, deixando nos EUSP somente os reacionários, xenófobos e toda a escumalha bajulada pelos demo-tucanos-pepessistas.
A moeda seria o “Irreal” (Quanto custa esse notebook meu rei, pergunta um turista brasileiro? Mil Irreais! Mil Reais? Não cara, Real é a moeda desse paísinho de merda chamado Brasil! É mil Irreais, a moeda mais forte do mundo, tá sabendo?)
A Constituição dos EUSP teria um artigo instituindo o mandato vitalício para o Presidente eleito. Um outro artigo consideraria crime hediondo o assassinato do presidente vitalício, com pena de morte para o autor e toda a sua família.
O Serra – sem os eleitores PB, que migraram para outros estados – seria eleito com 100% dos votos para Presidente vitalício dos EUSP. Como ele dorme muito e trabalha pouco, teria saúde suficiente para viver até os cem anos com o seu brinquedinho sonhado desde a mais tenra infância. E com isso o Brasil e o Aécio se livrariam dessa praga para sempre!
primeira providência do Serra, como presidente vitalício dos EUSP seria instituir pedágios para estrangeiros que visitassem o país por algum motivo mórbido (naturalmente) ou que simplesmente passassem por ele. Essa seria a principal fonte de receita do novo e promissor país.
segunda providência do Serra seria manter um clima de beligerância permanente com o Brasil, Venezuela, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Equador e Argentina, para com isso manter a necessária unidade dos paulisteiros em torno do seu governo. Os EUSP se recusariam a fazer parte da UNASUL e construiriam uma aliança estratégica com a Colômbia, com as bençãos dos EUA. Comos todos sabem, criar e manter clima de beligerância é o que o Serra melhor sabe fazer.
terceira providência do Serra seria criar regras duras para a imigração de brasileiros para o seu país. As regras para nordestinos e nortistas seriam mais duras do que as que os mexicanos têm em relação ao país irmão dos EUSP que é os EUA.
Vou pensar mais sobre esse assunto, conversar com a minha neta de quatro anos, que tem idéias criativas típicas das crianças, e retornarei com este tema em outros posts.